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São Luís lidera ranking de acesso à Educação

alunos_sao_luis_honorio_moreira_prefeitura_municipal_de_sao_luis-550x366Estudo divulgado nesta terça-feira (25) revela que São Luís lidera o ranking de acesso à Educação entre as regiões metropolitanas do país. As informações fazem parte do novo Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras, fruto da parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro (FJP).

São Luís está à frente de todas as 16 regiões metropolitanas pesquisadas. Na escala que vai de 0 a 1, sendo 1 o valor mais alto, a capital maranhense atingiu o valor de 0,737, à frente de localidades como São Paulo (0,723), Distrito Federal (0,701) e Curitiba (0,701). O prefeito Edivaldo comentou os dados apresentados no estudo e destacou as ações que estão sendo desenvolvidas pelo Município para garantir a manutenção dos índices positivos.

“Uma das metas principais do nosso governo é reforçar as políticas de democratização da educação, pois estamos certos de que se fortalecemos as políticas públicas na área e ampliarmos o acesso de crianças e adolescentes à educação, possibilitamos um desenvolvimento integralizado e real à cidade. Além disso, temos trabalhado para assegurar também melhores condições estruturais e intensificado a qualificação de professores e das metodologias pedagógicas que aplicamos em sala de aula”, disse o prefeito Edivaldo.

A capital maranhense também aparece bem posicionada no ranking que engloba todos os municípios brasileiros. A cidade ocupa a 42ª melhor classificação entre as 5.565 cidades abrangidas pelo levantamento, e o primeiro lugar entre todas as cidades do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os valores relativos à educação foram calculados com base na escolaridade da população adulta e também no fluxo de jovens matriculados nas escolas, a partir de dados do Censo Demográfico de 2010.

“Dois pilares são fundamentais para garantir o acesso à Educação e a universalização do ensino: o investimento na melhoria da estrutura física e a qualificação profissional dos educadores. O prefeito Edivaldo tem investido nessas duas frentes – tanto é que atualmente estamos com 30 pontos de requalificação das nossas unidades de ensino e já oferecemos, ao longo deste ano, mais de 1.400 oportunidades de formação para professores”, explicou o secretário municipal de Educação, Geraldo Castro Sobrinho.

O secretário ressaltou os investimentos que estão sendo realizados para ampliar ainda mais o acesso à Educação, como a abertura, no início do ano letivo, de 25 mil novas vagas nas escolas da rede municipal e a entrega de 44 ônibus para o transporte escolar da zona rural. Há ainda outros 20 veículos em fase de vistoria e emplacamento, que aumentarão a frota atual para cerca de 70 ônibus e microônibus.

A Prefeitura desenvolve ainda o programa de Correção de Fluxo Escolar, executado através da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o governo federal. O programa consiste em assistência e reforço escolar às crianças que estudam em anos escolares não-condizentes com a sua idade cronológica. O aprendizado por meio do lúdico também é incentivado, com a visita a museus e espetáculos teatrais. Está ainda em fase de discussão pelo corpo pedagógico das escolas a Política Municipal de Alfabetização da Semed, definindo metas e estratégias para garantir a alfabetização de toda criança até o 3º ano do Ensino Fundamental – meta do governo federal.

“Todos esses aspectos tem influência decisiva sobre o acesso e a permanência do estudante na escola. Nosso objetivo é garantir a universalização do ensino fundamental, respeitando as especificidades de cada estudante e oferecendo condições dignas de trabalho aos professores”, concluiu Geraldo Castro.

AVALIAÇÃO GERAL

Na avaliação geral do estudo – que considera três variáveis: renda, longevidade e educação – a Grande São Luís está na décima colocação no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), pontuando com 0,755. O índice é classificado como “Alto”, na Faixa de Desenvolvimento Humano cujos parâmetros numéricos variam de 0,700 a 0,799 (“Muito Alto” vai de 0,800 a 1,000).

Após votar em Aécio, Sarney vai a Madri e diz que apóia Dilma

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Poços – Em visita a Madri, onde apresentou nesta terça-feira a versão em espanhol de seu livro “A Duquesa Vale Uma Missa”, o senador José Sarney (PMDB-AP) voltou a manifestar apoio à presidente Dilma Rousseff, ao dizer que confia que ela punirá os responsáveis pelo escândalo de corrupção na Petrobras, e lembrou seu próprio período na presidência, afirmando sentir “muito orgulho” por seu papel no retorno do Brasil à democracia.

Sarney, em entrevista à Agência Efe, qualificou Dilma como “uma mulher muito preparada, que tem uma grande experiência de seus anos de governo que será muito importante para que possa melhorar as coisas no Brasil no segundo mandato”.

Em alusão ao caso Petrobras, o senador afirmou estar convicto de que Dilma “está tomando todas as medidas possíveis e vai restaurar o prestígio do país e punir os culpados por essas coisas que estão ocorrendo”.

O ex-presidente também exaltou o processo de retorno do Brasil à democracia e os avanços sociais e econômicos que conquistou enquanto esteve à frente do governo, além das melhorias apresentadas por seus sucessores, que segundo ele fizeram do Brasil um país “exemplar”.

Sarney disse que o momento mais especial de sua longa carreira política foi a aprovação de uma Constituição “voltada ao social” e que mostrou ser a “mais duradoura” do país.

Sobre aquele período no Planalto, do qual afirmou sentir “muito orgulho” por ter sido o primeiro presidente pós-ditadura militar, Sarney lembrou que assumiu o governo em uma situação eexcepcional no qual “a realidade pareceu ficção”.

O senador afirmou que “nunca tinha imaginado” que teria que assumir a presidência (devido ao falecimento de Tancredo Neves, do qual seria vice, antes da posse), e descreveu a sensação que teve nos primeiros momentos no cargo: “tinha a impressão de que vivia uma situação que não era real”.

Sarney ainda chateado com Dilma, segundo Época

José Sarney (Foto: Anderson Schneider/Editora Globo)

José Sarney – seu livro será lançado no dia 10 de dezembro, com uma cerimônia na Biblioteca do Senado (Foto: Anderson Schneider/Editora Globo)

Época

Em fevereiro, com o fim de seu mandato no Senado, o ex-presidente José Sarney, do PMDB do Amapá e do Maranhão, encerrará uma das mais longevas carreiras políticas da história brasileira. Em 60 anos, Sarney foi deputado federal, governador e senador, além de presidente da República, de 1985 a 1990. Só no Senado, Sarney passou mais de 30 anos. Foi presidente da casa quatro vezes, um recorde. Este ano, Sarney, aos 84 anos, desistiu de candidatar-se a um novo mandato para, oficialmente, cuidar da mulher, Marly, que está doente. Diante de um momento tão cheio de simbolismo e sentimento, Sarney tem aproveitado suas últimas semanas como político profissional para se despedir de alguns mimos proporcionados pelo Senado.

Um deles é o uso da Gráfica do Senado, um departamento destinado a imprimir materiais de interesse dos senadores. Para um escritor renomado, autor de nove livros de ficcção, membro da Academia Brasileira de Letras, ter uma Gráfica à disposição é um privilégio. Ainda que não possa imprimir sua ficção, Sarney pode solicitar obras relacionados à sua atividade parlamentar. No início do mês, ele encomendou a impressão do que virá a ser sua obra mais extensa: um compêndio de aproximadamente 3.000 páginas, divididas em oito volumes, com seus principais discursos proferidos desde 1952, quando ainda era estudante de Direito, até este ano.

Política, Governo e Povo - livro de José Sarney (Foto: Divulgação)

Política, Governo e Povo – o novo livro de José Sarney (Foto: Igo Estrela/ÉPOCA)

ÉPOCA teve acesso com exclusividade a um dos 100 exemplares da obra, cujo título é Política, Governo e Povo. Na coletânea há pronunciamentos nobres, como um sobre a Conferência de Estocolmo em 1972, convocada pela ONU para debater soluções para o meio ambiente. Da tribuna do Senado, em junho de 1972, Sarney afirmou que a conquista espacial mostrou que “a Terra nada mais é do que um navio espacial com recursos limitados, sujeitos às restrições do seu uso”. Em outro pronunciamento, um dia antes da instalação da Assembleia Nacional Constituinte, em fevereiro de 1987, Sarney alertou para a responsabilidade que deputados e senadores teriam. “A história do Brasil, a difícil história do Brasil, está cheia de frustrações institucionais. Daí as responsabilidades dos constituintes de hoje, os constituintes de 1987. Eles estão realizando uma obra para o futuro, para durar, com a missão mais alta de elaborar um documento sagrado, como foi a Carta do Rei João, para a Inglaterra, ou a Constituição americana, que já atravessa dois séculos”, disse. Dois anos após o fim da ditadura militar, Sarney afirmava: “A democracia está aí no Brasil inteiro, vigorosa, participativa. Respira-se liberdade em todos os cantos do Brasil”.

O resultado final é uma coleção que superestima fatos particulares da vida de Sarney, como o título de “doutor honoris causa” que recebeu em 1986 da Universidade de Coimbra, em Portugal, (“Ninguém estranhará que se coloquem em um político a borla e o capelo da faculdade de direito”) ou em sua posse na Academia Brasileira de Letras, em 1980 (“A força poderosa da tradição cultural da minha terra obrigou-me a este gesto de audácia”). Sarney não deixou de fora discursos que poderiam ter sido esquecidos. Selecionou um discurso proferido no Senado, em março de 2006, para celebrar os 20 anos do Plano Cruzado, um projeto econômico pífio, que lhe conferiu altíssima popularidade e rendeu notáveis ganhos eleitorais ao seu PMDB, mas cuja derrocada custou parte de seu prestígio.“1986 foi o ano mais feliz que o brasileiro já teve”, disse Sarney. Sustentou a afirmação ao dizer que o desemprego chegou a apenas 2,16%. Fez pouco caso da inflação, de 65% naquele ano. “Destaco que tive a coragem de adotar um plano daquela natureza. Na última reunião que tivemos, quando todos nós avaliamos os perigos do plano, o que poderia ocorrer, lembro-me de que tive a oportunidade de dizer: ‘Pois bem, creio que não vou para a recessão. Sei que estou colocando a cabeça na guilhotina, mas vou arriscar, porque o povo brasileiro merece que se faça isso’. Foi um plano que se destinava justamente a atender aos mais pobres. Assim, externei minha preocupação no slogan: ‘Tudo pelo social’”. Na realidade, o Plano Cruzado ficou para a história como uma tentativa frustrada de segurar a inflação pelo congelamento de preços, sem que o governo tivesse feito a parte mais difícil do desafio. Terminou melancolicamente. O governo tentava apreender bois nos pastos, para abastecer mercados com carne. Na tribuna, o Cruzado era festejado por elogios de aliados. No livro, estão registrados os apartes carinhosos dos senadores Édison Lobão (PMDB-MA) e Romero Jucá (PMDB-RR).

Sarney anda chateado com o governo Dilma. Atribui à falta de empenho do governo o fato de não ter conseguido angariar apoio suficiente a sua candidatura ao Senado pelo Amapá. Seu livro será lançado no dia 10 de dezembro, com uma cerimônia na Biblioteca do Senado. Procurado por ÉPOCA, Sarney preferiu não dar entrevista sobre o assunto. Por meio de sua assessoria, disse apenas que a confecção da obra está “rigorosamente dentro da cota a que tem direito”. Cada senador tem direito a uma cota mensal de R$ 8.500. Só em gastos com papel, o livro custou R$ 8.000, pagos com os impostos de brasileiras e brasileiros.

Flávio Dino critica uso político dos veículos de Comunicação

Durante entrevista ao programa Observatório da Imprensa – TV Brasil nesta terça-feira (25), o governador eleito do Maranhão, Flávio Dino, falou sobre as ações que deve adotar a partir de 1º de janeiro para democratizar a comunicação no estado. Entre os pontos abordados, o reforço à formação da rede pública, o incentivo às rádios comunitárias e a ampliação do acesso à banda larga nas cidades maranhenses.

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“Vamos estabelecer padrões, desenvolver uma boa rede pública, envolvendo não só estatal, mas rádios comunitárias também. E a internet, que está ao alcance de todos. Precisamos facilitar o acesso ao cidadão à banda larga, pois ela cria um contraste, um novo espaço público”, avaliou Flávio Dino.

A universalização da internet é uma das metas de governo de Flávio Dino. Além disso, durante a campanha, ele destacou também o apoio às rádios comunitárias, jornais regionais e blogs noticiosos como forma de garantir a universalização do direito à comunicação no Maranhão. No Observatório da Imprensa, ele reforçou o discurso e criticou a concessão de veículos midiáticos para fins políticos.

Flávio Dino relembrou que durante o período em que José Sarney foi presidente da República muitas outorgas foram concedidas, caracterizando o início do coronelismo midiático. “A saída é cumprir a Constituição. Político, mandatário, deputado, senador, não podem ser donos de rádio e TV”, afirmou, enquanto avaliou o enfrentamento às redes de TV do Maranhão durante o período eleitoral. “Utilizamos a internet, apesar da exclusão digital no Maranhão ser a maior do Brasil, e o horário gratuito, por isso as alianças políticas foram essenciais para nos dar tempo para resistir às barbaridades”, completou Dino.

Investir no social
Flávio Dino abordou ainda como pretende reverter os índices econômicos e sociais do estado. Ele voltou a contrapor as riquezas que o Maranhão possui com o desenvolvimento e qualidade de vida da população. Para melhorar o IDH, Flávio Dino acredita que um dos caminhos é mudar a política no estado para melhorar a vida das pessoas.

Sobre a aliança com nove partidos – e o apoio da militância petista no período eleitoral – que se mantém na montagem da equipe de governo, Flávio Dino destacou a importância de parcerias para desenvolver o estado. “Mantemos esse arranjo unido porque o desafio é muito grande. Para ter jeito, precisamos manter essa unidade, contar com a solidariedade do Brasil. Redimir a situação social do Maranhão é uma tarefa nacional”, afirmou após destacar que todo o primeiro escalão da próxima administração já foi montado.

Mudança de governo
Ao ser questionado sobre as prioridades de Flávio Dino para o governo, ele ressaltou o rompimento com o patrimonialismo como uma das primeiras medidas e separar o que é público do que é privado. “A primeira grande mudança é a Proclamação a República, é dizermos que os recursos públicos serão aplicados na prestação de serviços e obras públicas para o alcance da população. Nem eu e nem minha família vamos ser concorrentes das empresas existentes no mercado”, acrescentou. Com isso, pretende-se estimular e atrair empresários maranhenses e dos demais que querem investir no estado.

Questionado sobre o que faria se o Estado possuísse apenas um milhão de reais para investimento em ações, o governador eleito apontou que a segurança teria atenção especial por conta da situação de Pedrinhas, que fez com que o Maranhão se tornasse uma referência negativa Brasil afora. Em primeiro lugar, como reflexo do compromisso da nova gestão com o povo, o recurso seria aplicado integralmente em serviços públicos. “Vamos desmontar a rede que articula o tráfico de drogas, os homicídios, os crimes violentos que crescem em uma dimensão exponencial no Maranhão. Vamos pegar esse hipotético um milhão e não vamos gastar com festa, lagosta e caviar, vamos aplicar em segurança”, contabilizou.

Para acessar o conteúdo completo da entrevista, clique aqui: http://www.youtube.com/playlist?list=PLKWUfqq8cFHnodr7_TPwQzma5nSYofSo_

“A transparência será uma palavra chave no Governo”, diz Camarão

Uma das prioridades do governo Flávio Dino é manter o diálogo com os servidores públicos e trabalhar a valorização desses profissionais. Dino indicou o advogado Felipe Camarão para conduzir a Secretaria de Gestão e Previdência Social (Segep), que terá a missão de valorizar os servidores públicos – ativos e inativos, além de aprimorar os serviços de estado destinados especificamente aos servidores, especialmente saúde. Em entrevista, ele fala sobre as prioridades da pasta.

Haverá algum canal de participação dos servidores na gestão Flávio Dino?

Felipe Camarão – Com certeza. O governador Flávio Dino determinou a valorização dos servidores e isso passa, necessariamente, pela participação democrática dos mesmos. Inclusive, vamos instalar uma mesa permanente de diálogos com os servidores, através da qual todas as representações sindicais serão ouvidas e informadas de maneira transparente sobre todas as nossas decisões.

Como se dará esse diálogo?

Será uma mesa permanente com reuniões mensais ou bimestrais em que os servidores ou seus representantes serão ouvidos antes das decisões que afetem de qualquer modo os interesses dos servidores, assim como os manteremos constantemente informados sobre a gestão. A transparência será uma palavra chave no Governo Flávio Dino. Além disso, ouviremos as reivindicações e os problemas do funcionalismo público sempre. Muitas vezes o que falta é a comunicação adequada com os servidores e é isso que teremos nessas mesas.

Como o próximo governo pretende tratar o atendimento de saúde aos servidores, que hoje reclamam por não terem mais acesso ao Hospital Carlos Macieira?

No momento em que me fez o convite para a Secretaria, o governador eleito Flávio Dino já me passou a orientação de dar prioridade à valorização do servidor público, dando especial enfoque à saúde. Nesse sentido, o governador determinou que, juntamente com a Secretaria de Saúde e através do diálogo com os servidores e sindicatos, façamos o estudo para encontrar a melhor solução para a questão do Hospital Carlos Macieira. Trata-se de uma situação que não é simples, uma vez que o antigo Hospital do IPEM hoje faz parte da rede SUS. De todo modo, certamente através do diálogo com os servidores, com o planejamento correto e em conjunto com a SES, encontraremos a melhor solução.

Prefeitura de São Luís inicia atividades do projeto “Viver Mais”

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Presidente do Ipam, Raimundo Penha, esteve presente no início das atividades do projeto “Viver Mais” na sede social do Ipam, no Olho d’Água

A Prefeitura de São Luís, por meio do Instituto de Previdência e Assistência do Município (Ipam), iniciou, nesta terça-feira (25), as atividades do projeto “Viver Mais”, no Centro de Convivência, no Olho d’Água. O principal objetivo é promover o bem-estar dos idosos, aposentados e pensionistas, obedecendo à política de valorização do servidor instituída pelo prefeito Edivaldo.

Segundo o presidente do Ipam, Raimundo Penha, a iniciativa visa revitalizar e valorizar o espaço da sede social e proporcionar às pessoas idosas uma vida mais saudável. Atividades socioeducativas, culturais, de lazer e de saúde também estão disponíveis a idosos que moram nas proximidades do Centro de Convivência.

“O prefeito Edivaldo tem determinado ao Ipam atividades de integração, de convivência, socioeducativas, culturais e de lazer, visando à melhoria da qualidade de vida dos beneficiários da previdência municipal. O Ipam tem compromisso institucional e social com seus beneficiários e dá oportunidade também à inserção de pessoas idosas da área de abrangência de sua sede social”, ressaltou Raimundo Penha.

Nesta primeira fase, o “Viver Mais” oferece aulas de hidroginástica, aeróbica, oficina de artesanato, reuniões socioeducativas, ações de prevenção e promoção da saúde e sócio-ocupacionais. As inscrições para participar do projeto podem ser feitas na sede do Ipam, na Rua do Sol, e no Centro de Convivência, no Olho d’Água. Para a atividade física, os inscritos devem apresentar, obrigatoriamente, laudo médico.

As aulas de hidroginástica serão realizadas as terças e quintas-feiras nos turnos matutino e vespertino. Enquanto as quartas e sextas-feiras serão ministradas as atividades aeróbicas nos turnos matutino e vespertino. Já as oficinas de artesanato foram programadas para as quintas-feiras. As reuniões socioeducativas serão realizadas sempre nas tardes de terça-feira. As ações de prevenção e promoção da saúde e sócio-ocupacionais foram reservadas para as quartas, quintas e sextas.

Para garantir maior eficiência do projeto, os resultados obtidos através das atividades desenvolvidas serão avaliados com a participação da equipe técnica, público-alvo e parceiros. As análises permitirão identificar possíveis pontos de limitação e solucioná-los, bem como a manutenção dos avanços obtidos. O “Mais Viver” é desenvolvido através do Ipam e conta com a parceria das secretarias municipais de Desportos e Lazer (Semdel), Administração (Semad), Criança e Assistência Social (Semcas), Segurança com Cidadania (Semusc) entre outros órgãos.

CENTRO DE CONVIVÊNCIA

O Centro de Convivência, também conhecido como sede social do Ipam, está localizado na Rua São Bernardo, nº 115, Olho d’Água. O local será utilizado como espaço para as atividades do projeto “Viver Mais” devido à estrutura adequada para as diversas ações previstas. O Centro é um espaço dedicado ao lazer de servidores municipais, aposentados e pensionistas do Município.

O local está à disposição dos servidores no horário das 8h às 19h e possui salão de festas, quiosques, churrasqueiras, quadra de voleibol e futebol society, campo de futebol, piscinas adulto e infantil, estacionamento, serviço de bar e cozinha.

Preparo não falta

Por José Reinaldo

O governador eleito do Maranhão tem causado ótima impressão entre pessoas que assistem às suas entrevistas nos órgãos nacionais. Com efeito, vai ficando positivamente conhecido no Brasil inteiro. Sua afirmação de que, como “comunista”, trará o capitalismo para o Maranhão e de que fará uma gestão pautada na lei e respeitando-as tranquiliza investidores assustados com antigas práticas habituais no estado que afugentaram muitas empresas e empreendimentos possíveis de serem aqui instalados.

Ademais, chamo a atenção para um fato muito importante, fundamental para o entendimento da formação do novo governador: no momento atual ele é o único que usufruiu de grande experiência nos três poderes da República; afinal, foi juiz federal – galgando todos os degraus da carreira, chegando até a ser muito lembrado para ministro do Supremo; foi deputado federal – com desempenho avaliado em todos os anos sempre entre os melhores do país, além de ter presidido a Embratur. Dessa forma, pertenceu ao Poder Judiciário, ao Poder Legislativo, e ao Poder Executivo.

Agora, com toda essa bagagem, inicia uma história no executivo estadual sob grande apoio popular e enorme expectativa nacional. Quem mais, no cenário atual, chega ao governo com tão grande experiência? Até onde consigo vislumbrar, ninguém.

É claro que isso, por si só, não garante uma grande administração, mas é muito promissor. Todos sabemos que o Maranhão está tão afundado no poço que precisará do apoio de todos para vencermos os grandes desafios a enfrentar. E Flávio Dino inspira confiança, passa sinceridade, confiabilidade e facilita o apoio e o desejo de participar desse movimento de mudança, dentro e fora do governo.

Governar é uma construção diária. É complexo fazer a máquina governamental funcionar, é preciso motivá-la constantemente e usar mecanismos eficientes de controle para acompanhar diariamente as ações das diversas pastas. Os responsáveis, sabendo que serão fiscalizados, se esforçarão mais e a máquina se tornará mais eficiente. Eduardo Campos fazia reuniões com os secretários já sabendo como estavam os projetos e convidava o Ministério Público e o Tribunal de Contas. Também era obrigatória a presença do secretário de Meio Ambiente, para que qualquer eventual queixa dos órgãos do sistema ambiental sobre obras, ou que as tivessem impactando, pudesse ser esclarecida de pronto ou encaminhada e as desculpas não se eternizassem. Eduardo era muito bom como político e administrador.

Pois bem, Flávio vai completando a sua equipe de governo, tarefa difícil e complexa, sob boa aceitação pública. É perfeita? Claro que não, e é provável que nem todos cheguem ao final. Mas inspira confiança na sociedade.

É imperioso que todos ajudemos. Sem sectarismos políticos, pensando apenas no Maranhão, que merece e tem tudo para ser um grande estado. Vamos acreditar e ajudar o governador a fazer um grande governo.

Mudando de assunto, na semana passada participei da inauguração de um resort em Carolina. Trata-se de mais um empreendimento do empresário Pedro Iran, um homem obstinado, que acredita no Maranhão e na região onde vive. Uma importantíssima iniciativa do empresário com financiamento parcial do Banco do Nordeste. O resort está localizado em meio a uma paisagem deslumbrante na Chapada das Mesas e que tem como atrativo principal a paradisíaca cachoeira de Pedra Caída. Com quartos confortáveis e bem equipados, o hotel tem tudo para agradar o turista, que poderá visitar a partir dali toda a região e suas belas paisagens. Na parte mais alta, no topo de um morro da região, construiu-se um local para meditação e contemplação, uma edificação com formato de pirâmide, para onde se vai por meio de uma tirolesa, desfrutando a vista magnífica. Já o acesso a Pedra Caída é feito em carros elétricos ou jipes tracionados.

Pedro Iran construiu um empreendimento que vai mudar o turismo na região e incentivar as empresas de aviação a colocar uma linha aérea regional regular, pois possui um aeroporto muito equipado que precisa apenas de iluminação da pista para poder viabilizar também voos noturnos.

No meu governo, tivemos uma visão nesse sentido quando fizemos o aeroporto de Barreirinhas, que o prefeito Leo Costa completa agora, fazendo o muro em torno do terreno, fundamental para o seu funcionamento, e a estação de passageiros. Só ficará faltando a iluminação da pista.

Naquela época, fizemos também a Beira Rio, até hoje a mais importante obra turística, urbana realizada na cidade, e levamos o complexo de segurança da Polícia Militar e Civil. Equipamos e fizemos funcionar o hospital da cidade, assim como os serviços de água, esgoto e limpeza urbana. Também providenciamos que fosse embutida toda a fiação elétrica da avenida principal de acesso à cidade em dutos subterrâneos, assim como novo revestimento naquela avenida. Com tudo isso, o turismo tomou impulso e dezenas de hotéis e resorts foram concluídos, bem como restaurantes e outros empreendimentos.

Na época investimos também em Carolina e fizemos parceria com a CVC, empresa nacionalmente conhecida de turismo, que fez vários voos destinados à Chapada das Mesas e a Carolina. Mas faltava ao local bons hotéis e a iniciativa não funcionou como desejávamos.

Agora temos a base que faltava e o turista vai encontrar na região muito conforto, comodidade e muito lazer para a família e as crianças.

Essa região vai finalmente ter a evolução que perdeu no passado, quando o traçado da rodovia Belém-Brasília foi desviado, não passando mais por Carolina. Isso causou grande perda de dinamismo local, iniciando uma estagnação econômica que perdurou durante longo tempo…

Finalmente tudo pode mudar.

Othelino critica artigo de Sarney

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O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) criticou, em pronunciamento nesta terça-feira (25), artigo do senador José Sarney, intitulado “Sua Excelência, o Buraco”, que foi republicado na edição do último domingo (23) do jornal O Estado do Maranhão, onde ele afirma que “a cidade parece estar em guerra”. O parlamentar disse que as dificuldades encontradas pela Prefeitura de São Luís foram, em grande parte, agravadas pela perseguição do governo Roseana Sarney contra a atual administração e lembrou que o grande conflito vivido hoje, na capital, fica por conta da crescente criminalidade.

Othelino destacou trecho do artigo, onde  Sarney diz que, “ao chegar a São Luís, parece que a cidade está em guerra”. Segundo o deputado, de fato, a capital parece estar em guerra, assim como todo o Maranhão, nem tanto pelos buracos, mas por conta dos índices de violência que, infelizmente, assustam a população da Grande Ilha. “É triste ver a nossa ilha tão bonita, de um povo tão pacato, sendo destaque como uma das capitais mais violentas do mundo”, lamentou.

Segundo o deputado, somente este ano foram 999 homicídios na Ilha de São Luís que, neste último fim de semana, bateu o recorde de assassinatos. Só nos dias 22 e 23, sábado e domingo passados, foram 19 assassinatos. “Nem a Polícia Militar os bandidos estão mais temendo. Mataram, covardemente, dois policiais militares que estavam fora de serviço e aí o senador Sarney fala de guerra. A guerra é essa. As pessoas estão assombradas por não poder sair de casa. Por achar que vão sair sem ter a certeza de que vão voltar vivas”, comentou.

Responsabilidade do governo

O deputado responsabilizou o governo Roseana Sarney pela crescente criminalidade e disse que é muito triste ver famílias sendo dilaceradas, assassinadas por conta da falta de segurança, da irresponsabilidade do governo que não cuida do sistema. “Se é para falar em guerra, vamos falar dos indicadores sociais do Maranhão. Se tem alguém que é culpado pelo estado assustador de miséria é o grupo comandado pelo senador. Antes de ficar apontando para os outros, é bom olhar para o próprio umbigo”, disse.

Othelino afirmou, na tribuna, que não se pode comparar menos de dois anos de administração do prefeito Edivaldo Holanda Jr com quase 50 anos de domínio do grupo Sarney. Segundo o deputado, enquanto a sociedade assiste estarrecida ao aumento dos índices de violência, a governadora fala em conchavos políticos e em renunciar, ao invés de procurar cuidar do resto do seu governo.

Durante o pronunciamento, o parlamentar lembrou que o Estado parece estar, há anos, sem a governadora, que deveria tratar com respeito o povo e, minimamente, cuidar dos interesses do Maranhão. “Mas, graças a Deus, esse tempo de trevas está terminando por vontade da população que agora vai voltar a saber o que é ser bem governada”, disse.

Assassinato de número 1.000 é registrado na Cidade Olímpica

Um recorde que ninguém queria que fosse batida, mas infelizmente a região metropolitana chegou ao 1.000 homicídios.

A milésima pessoa a ser assassinada na Grande Ilha de São Luís foi Crissio de Freitas, de 18 anos, morto a tiros no bairro Cidade Olímpica. Além destes, outros quatro foram registrados, chegando a 1.003 mortes em 2014.

O crime aconteceu no início da noite de segunda-feira (24), na Rua 2, do bairro. De acordo com informações policiais, dois homens em uma bicicleta seguiam a vítima pela via. Quando percebeu a presença dos elementos, Crissio correu e tentou se esconder em uma residência, mas a dupla largou a bicicleta, invadiu a casa e executou o rapaz no terraço.

Após o assassinato, os criminosos subiram na bicicleta e foram embora como se nada tivesse acontecido. A morte do rapaz foi a segunda do dia, sendo que por volta das 8h, no bairro da Liberdade, José Renato, de 45 anos, foi morto com dois tiros na cabeça, em frente a feira do bairro. A vítima fazia fretes na área.

Outras três mortes foram registradas na região metropolitana de São Luís.

Buracos nas contas públicas

Editorial do Jornal Pequeno

Buracos são lugares imprescindíveis para a sobrevivência da raça humana. Sem buracos não seria possível respirar, comer, suar, beber e outras atividades menos cheirosas; mesmo para aqueles que se alimentam de lagostas e caviar com dinheiro público. Os buracos estão em todas as partes e se já não existem nas estradas da Alemanha, já faz muito tempo que fazem parte da paisagem de São Luís e das estradas do Maranhão.

Buracos também existem na consciência política do senador José Sarney e da governadora do Maranhão, Roseana Sarney, que, além de nada fazer para ajudar na recuperação da malha viária da cidade e do Estado, vinha tomando todos os meses dois milhões de reais ao município de São Luís, dinheiro que poderia ser aplicado na tarefa de tapar buracos. Embora já tenha o prefeito Edivaldo iniciado, pelo bairro São Cristovão, a pavimentação asfáltica da cidade, sem nenhuma ajuda do governo do Estado, Sarney escreve cobrando a transformação de São Luis em uma nova Alemanha, na qual os carros trafeguem em tapetes pavimentados, livres dos solavancos e protegidos os passageiros de problemas renais.

Mas se a filha do senador, Roseana, foi governadora quatro vezes e ele, Sarney, chegou à Presidência da República manipulando, portanto, recursos bilionários, não se explica a existência de buracos por aqui. A não ser pela maldade de querer castigar um povo que tanto insistiu até arrancá-los do poder.

Na descrição do ‘Buraco Negro’, a Teoria Geral da Relatividade explica tratar-se de uma região no espaço da qual nada escapa; tudo cai no buraco, mesmo os objetos que se movem à velocidade da luz. É algo semelhante aos buracos nas contas públicas por onde descem a alegria do povo, a educação, a saúde, a segurança, tudo o que, cavando insistentemente com sua picareta administrativa, Roseana Sarney conseguiu tomar ao povo do Maranhão.

No ‘Buraco Negro’ o tempo para e o espaço deixa de existir. Os buracos nas contas públicas, provocados por licitações fraudulentas, propinodutos, convênios fantasmas, obras principais deste governo, fez o Maranhão parar no tempo e deixou sem espaço e sem futuro sucessivas gerações. Felizmente, a partir do próximo ano, os Sarney não vão mais administrar o Estado, porque o povo, cansado dos tantos buracos usados para transferir para alguns poucos toda a riqueza do Estado, decidiu afastá-los do poder. E São Luís, pela primeira vez em 50 anos, vai poder contar com o governo do Maranhão.

Sem mais buracos nas contas públicas, sem propinas oleosas, convênios fantasmas e licitações fraudulentas, será possível enfrentar a pobreza absoluta no Estado e trabalhar pela melhor qualidade de vida para o povo de São Luís. E só lembrando que, finalmente, a oligarquia Sarney está indo para o buraco, Sua Excelência, o buraco, torna-se cada vez mais importante e imprescindível para todos nós.

Vídeo mostra como fiscal da Sefaz foi assassinado em São Luís

Do portal da TV Guará

Um vídeo divulgado mostra como José de Jesus Gomes Saraiva, conhecido como “Saraiva”, de 66 anos, foi morto na zona rural de São Luís. Ele era funcionário da Secretaria de Fazenda do Maranhão e proprietário de uma autoescola no bairro do Vinhais. O crime aconteceu próximo ao ponto final de ônibus da Vila Maracujá.

As imagens já estão de posse da polícia e estão sendo usadas na identificação dos autores do crime.

O fiscal José de Jesus Gomes, que também era conhecido como “Saraiva”, foi encontrado morto, na quarta-feira (19), com dois tiros, dentro de um carro de uso exclusivo da Secretaria da Fazenda do Maranhão no ponto final de ônibus da Vila Maracujá, na capital maranhense.

Veja o vídeo:

Polícia prende suspeito

De acordo com o portal G1 MA, Elionai Silva Costa foi preso pela Polícia Civil, na tarde desta segunda-feira (24), em São Luís. Ele é suspeito de participar do assassinato do fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda, José de Jesus Gomes Saraiva. Elionai foi encaminhado para Delegacia de Homicídios, na capital.

O crime aconteceu no dia 19, na Vila Maracujá, zona rural de São Luís. De acordo com o delegado Jefrey Furtado, o crime tem relação com o trabalho de fiscalização de uma carga de arroz avaliada em R$ 100 mil.

As investigações chegaram ao suspeito após um caminhão com uma carga de arroz, originária de Santa Catarina, ser inspecionada por peritos do Instituto de Criminalística (Icrim). No dia do crime, a carga já havia sido inspecionada pelo fiscal e desde então passou a ser monitorada pela Receita Estadual. A suspeita é de que uma empresa fantasma receberia a carga, para não pagar impostos.

De acordo com as investigações, do posto da receita na estiva, o fiscal da secretaria de fazenda seguiu o caminhão pela BR-135. Mas no caminho, um guia, encarregado de mostrar o endereço final e que estava junto com o motorista do caminhão, pediu para entrar no carro do fiscal, alegando que iria deixá-lo no local onde a mercadoria seria descarregada. Era uma emboscada.

Santa Inês: Mostra Científico-Cultural é realizada com sucesso

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O sucesso da I Mostra Científico-Cultural de Santa Inês, realizada no último dia 20, é mais uma prova de que quando há empenho e tratamento sério e determinado as coisas caminham para o rumo certo. Esse empenho está se refletindo no trabalho da Gestão do prefeito Ribamar Alves, que não tem medido esforços em sua Administração e vem desenvolvendo inúmeras ações em prol do Município de Santa Inês.

Projeto idealizado e promovido pela Secretaria de Educação da Prefeitura de Santa Inês, com apoio de outras secretarias e departamentos municipais, a I Mostra Científico-Cultural: um elo entre escola e comunidade, consistiu de ações voltadas para o exercício da cidadania, onde foram apresentados projetos, ações e conteúdos interdisciplinares, que foram aprendidos, comentados e desenvolvidos no âmbito escolar do ano letivo.

De acordo com Silmara Amaral, coordenadora do projeto, a Mostra foi uma forma criativa de as escolas transformarem o aprendizado e as experiências do ano letivo em uma bela exposição ao público, evento que aconteceu na Praça da Matriz de Santa Inês, na tarde/noite da última quinta-feira (20/11).

Além da exposição, houve apresentações teatrais e culturais, danças e exposição de artesanato e trabalhos desenvolvidos com o apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Departamento de Trânsito, entre outros.

Presente ao evento, o prefeito de Santa Inês, José de Ribamar Costa Alves, enfatizou que a Mostra Científico-Cultural é uma oportunidade para alunado do município exibir a sua capacidade de produzir e apresentar o seu talento. Para ele, é muito importante a integração escola-comunidade, pois esse é um modelo a ser seguido para que surja uma nova consciência para o Município de Santa Inês. “A Educação e a Cultura do Município estão de parabéns por essa iniciativa”, finalizou Ribamar Alves, referendo também a data que marcava o Dia da Consciência Negra.

Prestigiando a exposição, a secretária municipal de Educação, Maria da Conceição Costa (Concita), explicou que o Município de Santa Inês precisava de ações como a Mostra, que foi propositalmente realizada no dia 20 de novembro, feriado municipal instituído pelo prefeito Ribamar Alves, em respeito ao Dia da Consciência Negra.

O secretário de Cultura, José Carlos Silva (Daffé), esteve visitando cada uma das tendas montadas na Praça da Matriz e parabenizou os alunos e professores pelos trabalhos apresentados. Daffé aproveitou o momento que também se referia ao Dia da Consciência Negra para enaltecer a valorização da cultura afro em Santa Inês.

Presidente do COSEMS/MA participa de Seminário sobre Regionalização

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A presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Maranhão – COSEMS – Iolete Arruda participa até o final da tarde desta terça-feira(25) do Seminário sobre Regionalização e Governança do SUS. O evento começou na segunda-feira(24), em Brasília. Além da presidente, José Eudes também está participando dos debates.

O Seminário tem por objetivo divulgar e compartilhar os resultados dos estudos/pesquisas por meio de parcerias institucionais estabelecidas pela SGEP/MS com o apoio da Organização Pan-Americana de Saúde – OPAS.

“Estaremos reunidos esses dois dias visando fortalecer e qualificar os processos de implantação da regionalização do SUS nos quatro cantos do País, consequentemente, no Maranhão, também”, pontuou Iolete.

A boa escolha de Edivaldo

Escolhido na última sexta-feira pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior, o novo secretário de Governo da Prefeitura de São Luís, Lula Fylho é um nome à altura para substituir Rodrigo Marques, que desempenhou bem tecnicamente seu papel na Semgov (há de se reconhecer o esforço de Marques na pasta) e deixou o cargo para se dedicar a outras tarefas.

De um perfil mais receptivo, aberto e comunicativo, Lula Fylho tem as qualidades necessárias para fazer a interlocução não só administrativa da gestão, como também aproximar a classe política do governo Holanda Júnior.

Adepto do bom diálogo, o ex-secretário de Turismo deverá dar um tom mais dinâmico ao governo. Aberto e comunicativo, Lula possui características indispensáveis ao papel de braço direito do prefeito (arrojado e ativo), função que desempenha doravante.

Tal como nas alterações feitas em outras áreas da estrutura administrativa, Edivaldo fez uma boa escolha na secretaria de governo, ao colocar Lula Fylho para suceder Rodrigo Marques, reiteramos, este um nome capacitado o qual cumpriu com dedicação sua missão na pasta.

Ponto para o prefeito!

Sarney recicla buracos…

Abdon_Marinho

Por Abdon Marinho

Ao receber a edição do jornal O Estado do Maranhão do dia 23 de novembro de 2014, deparo-me com a coluna do Sarney, lá o artigo, em matéria de capa “Sua Excelência, o buraco”. Inicialmente pensei tratar-se de um equívoco, o mesmo texto já fora publicado no mesmo matutino em 02 de junho de 2013. Nas páginas internas do jornal – nem no dia seguinte –, nenhuma informação que se tratou de uma republicação “a pedido”, ou que senador esquecera de mandar a matéria e resolveram por republicar ou que o senador resolveu, mesmo, reciclar o assunto dos buracos da capital e fazer uma comparação como as “autobahn” alemãs.

Aqui, registre-se, não se questiona o direito ou faculdade, tanto do autor quando do jornal em republicar um texto. Qualquer texto. Entretanto, não fica bem, nem para um nem para o outro que façam isso sem dá ciência ao leitor. Se o jornal ou o autor, por qualquer conveniência, resolve republicar um texto, devem, humildemente, por questão de respeito aos leitores e assinantes do jornal, registrarem que estão fazendo isso. Uma notinha de roda-pé não custa tanto. O que fica feio é tanto um quanto outro reciclar um texto e o apresentar como se fosse novo. Ao agirem assim, acabam por inovar em mais um quesito: o plágio de si mesmo..

Lembro que por ocasião do artigo do senador em 02 de junho de 2013, escrevi um texto explicando que o buraco era mais embaixo. O título do texto é justamente este: “O buraco é mais embaixo” e encontra-se à disposição de quem quiser consultar.

Essa a primeira consideração sobre o assunto.

Quanto a segunda parte, sobre os buracos propriamente ditos, como registrados naquela outra oportunidade, o senador como cidadão brasileiro – em que pese ser domiciliado no Amapá – tem todo o direito de criticar. Talvez até tenha mais razão agora quando a atual gestão municipal encontra-se prestes a completar dois anos de mandato do que naquela época em que o gestor mal completara seis meses.

Assim como naquela oportunidade, registro que a cidade está maltratada. Esse desamor pela cidade não vem de hoje. São Luís foi crescendo sem qualquer planejamento, sem que o poder público tivesse demonstrado capacidade resolver os problemas que afligem a população. A ocupação desordenada da cidade alastrou-se por todos os bairros, invadindo, inclusive os espaços públicos.

Se o prefeito atual tem sua parcela de culpa – e tem –, o governo do estado, dirigido pela filha do senador Sarney, também não é esse poço de inocência. Grande parte das obras públicas prometidas para a capital estão pela metade e não serão entregues no tempo que falta para o encerramento do mandato. Duas delas, sequer passaram do plano das intenções, a Transmetropolitana e uma nova ponte sobre o Rio Anil. Outras duas, a Via Expressa e IV Centenário, se entregues, estarão longe de resolver ou ao menos minorar nosso grave problema de mobilidade urbana. Uma outra, a duplicação da Avenida dos Holandeses no Araçagy, em que pese cada quilometro custar 10 milhões, o que falta de pista de rolamento sobra em postes, para a alegria do feliz fornecedor.

Sobre os buracos do Maranhão, além dos que existem em sentido figurado: o buraco da educação, da saúde, do desenvolvimento, do IDH, existem os buracos reais, das rodovias estaduais. Não passa um dia sem que ouçamos nos programas de rádios, denúncias sobre as péssimas condições das rodovias estaduais. Uma das principais rodovias da baixada maranhense, a MA 014, no trecho Vitória do Mearim – Pinheiro, está em reforma desde sempre. Trata-se uma reforma tão mal feita que mais parece o manto da Penélope, aquele que era feito durante o dia e desmanchado durante a noite, conforme nos narra os clássicos gregos. As outras não têm melhor sorte, os buracos não são exceções, antes fosse.

No intento de conquistar uma vitória nas urnas, no último pleito, o governo prometeu interligar as sedes de todos os municípios por rodovias asfaltadas. Não fizeram e não farão todas. E as que fizeram – falei sobre isso inúmeras vezes – não passaram de obras amadoras, obras sem base, que não resistiram mais que dois invernos. Algumas, não tenho dúvidas, precisão de reparos já no primeiro.

A constatação sobre os buracos nas vias da cidade feita pelo senador Sarney, em comparação as vias alemãs ou de qualquer outro país, me faz pensar no quanto é desperdiçado recursos públicos no nosso estado.

Na verdade, a justa cobrança do senador, pode ser aplicada, até com mais justiça ao governo de sua filha. As estradas do Maranhão, muitas das quais feitas por ela, ficam devendo, em muito, até as estradas do Piauí. Não são poucas as pessoas do leste do estado que tendo que se deslocar entre dois municípios maranhenses, prefiram fazer o percurso usando as rodovias piauienses. estando as nossas vias há anos-luz das “autobahn” alemãs se servem das “autopi”, não podem mesmo é usarem, a menos que suportem o sacrifício, as vias estaduais.

Abdon Marinho é advogado.

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