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Em Imperatriz, Flávio Dino agradece votos e reafirma compromissos

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Para agradecer a expressiva votação e refirmar os compromissos com a Região Tocantina, Flávio Dino voltou à Imperatriz na tarde desta sexta-feira (31), confirmando que dará atenção especial à região. Além de realizar uma carreata de agradecimento, o governador eleito concedeu coletiva à imprensa e participou de ato político reafirmando os compromissos firmados na campanha.

 “Ao lado de São Luís, Imperatriz é para mim também capital do Maranhão”, disse ao anunciar medidas para que a região tenha a presença e o apoio constantes do Governo do Estado. A ocasião também serviu para que o governador eleito conclamasse todos a fazerem parte da mudança, dando a garantia de que os maranhenses não terão expectativas frustradas.

Ao lembrar que a cidade de Imperatriz, segundo maior colégio eleitoral do Estado, deu 84% dos votos ao projeto de mudança política, o mesmo que 98.941 votos, Flávio Dino agradeceu e confirmou seu empenho para o desenvolvimento da região, garantindo que mensalmente ele mesmo ou um membro do secretariado estará na segunda maior cidade do Estado. Com isso, foi reforçado o compromisso de fazer um governo presente e de apoio integral a região.

No discurso, Flávio Dino fez questão de ressaltar que empreendera esforços para que seu governo seja mobilizador da sociedade e transformador da realidade social. Ele também anunciou que a gestão inicia efetivamente a partir de 1º de janeiro, de modo que os compromissos de campanha possam ser cumpridos levando benefícios à sociedade.

Outro compromisso anunciado pelo governador eleito foi a instalação da Universidade Estadual da Região Tocantina com autonomia e articulação de políticas de educação para a região. Com esta medida, a UEMA de Imperatriz não será mais subordinada à central de São Luís e terá autonomia própria.

Em todas as atividades de que participou na região, Flávio Dino esteve acompanhado do prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, e dos secretários anunciados Márcio Jerry (Articulação Política e Assuntos Federativos) e Clayton Noleto (Infraestrutura).

O Globo: Juca Ferreira e Sarney cotados para o Ministério da Cultura

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Asneira atrás de asneira

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Desde que perdeu a eleição, o governo Roseana Sarney vem se especializando em cometer atitudes inócuas que só evidenciam as razões pelas quais merecia ser derrotado. Primeiro, quis licitar ao valor de 1 bilhão de reais uma reforma do Sistema Penitenciário que em quatro mandatos não conseguiu implantar. Não deu outra. Perdeu na Justiça e não conseguiu convencer ninguém de suas boas intenções.

Outro dislate foi a morosidade imposta à transição governamental, retardando até onde pode a entrega de documentos e informações sobre a situação do Estado, o que gera a desconfiança de que quer esconder alguma coisa ou, no mínimo, pretende atrapalhar o planejamento da nova gestão. E aqui, mais uma vez, no revelar de descompromisso com o futuro do Maranhão, mostra que, de fato, o governo merecia a acachapante derrota.

São tolices que sucedem uma outra, cometidas quando sentiu que não havia meios de vencer a eleição: a tentativa de transferir, fundo a fundo, sem projetos, recursos dos empréstimo bilionários do BNDES para prefeituras cujos gestores apoiassem o então candidato do governo Lobão Filho. A Justiça vetou e o governo perdeu a confiança do BNDES, que, imediatamente, mandou avisar que não faria qualquer transferência de recursos no período eleitoral.

Há dois dias, sob o título ‘Movimentos de xadrez’, o jornal O Estado do Maranhão, pertencente à família da governadora, anunciava o absurdo dos absurdos, o casuísmo dos casuísmos: a estapafúrdia ideia de realizar, nos dois meses que antecedem a posse do governador eleito Flávio Dino, uma eleição indireta para governador e uma nova eleição para presidente da Assembleia. Ontem, o mesmo jornal se orgulhava da publicação, tratando Roseana de rainha e os parlamentares de peões tarefeiros.

Quanta sandice! Só se pode pensar que o governo faz questão de referendar a derrota humilhante que lhe foi imposta pelo povo nas urnas, pois só dá para enxergar duas consequências lógicas para tão extravagante proposta: a primeira é que eles perderam a eleição direta e vão perder a indireta também; a segunda é que, inevitavelmente, perderão duas eleições sucessivas para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.

Há muito desconfiavam alguns que Roseana havia deixado de governar o Maranhão, o que, a ser real, talvez fosse melhor para o Estado. Essas tolices indicam, entretanto, que ela busca meios de desgovernar os quatro anos do governo Flávio Dino e isso, mais uma vez, reforça a tese de que a derrota nas urnas foi mais que merecida.

À ausência de gestão, junta-se, agora, a mais completa falta de inteligência e de bons propósitos. Enquanto coleciona sandices, o governo deixa claro que não podia continuar sendo governo, se não desiste de atacar a democracia e de fazer tudo para empacar o desenvolvimento do Maranhão. Como, aliás, sempre fez. (Editorial do JP)

Justiça do MA é a que menos pune em processos de corrupção

UOL

Justiça do Maranhão é a que menos pune: só 3% são condenados

O combate à corrupção no Brasil acaba de receber um dado estatístico inédito: 31% dos processos sobre corrupção nas Justiças estaduais (casos de improbidade e crimes contra a administração pública) tiveram condenação dos réus em julgamentos realizados de janeiro a julho deste ano de 2014.

Esse dado faz parte de um relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que acaba de ser divulgado e foi analisado em primeira mão pelo Blog.

A meta da Justiça nos Estados era julgar 86.418 processos de corrupção iniciados até dezembro de 2012. Até julho deste ano, tinham sido julgados 30.911 (ou seja, 36% do total). No universo das 19 unidades da Federação que informaram dados completos, houve 6.107 condenações (31%).

Não há como afirmar se esse percentual de condenações é baixo ou alto por uma simples razão: nunca na história do Poder Judiciário brasileiro essa estatística esteve disponível dessa forma.

É necessário também ressaltar que os dados –embora mais completos do que nunca– continuam precários. Só 19 das 27 unidades da Federação enviaram informações completas ao CNJ.

Quando se observam os locais para os quais há estatísticas disponíveis, já é possível notar quais Justiças estaduais estão melhor ou pior em comparação com a média do país.

O Tribunal de Justiça do Maranhão, por exemplo, informou ao CNJ ter julgado de janeiro a julho deste ano 1.030 processos de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública iniciados até dezembro de 2012 e decidido pela condenação em 33 deles –taxa de 3%.

Esse baixo percentual de condenados por corrupção não é definitivo e deve ficar ainda menor. Os réus podem recorrer ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal. A taxa de condenação por corrupção do Maranhão é a mais tímida entre os Estados compilados pelo CNJ.

O segundo Estado menos rigoroso com a punição de réus por corrupção é Alagoas, onde a taxa de condenação é de 12%. Até julho deste ano, o Tribunal de Justiça alagoano havia julgado 1.603 ações acumuladas sobre o tema. Em 199, houve condenação.

Não existem dados precisos sobre o período exato em que os processos sobre corrupção foram iniciados nos Tribunais de Justiça dos Estados –por essa razão é impossível dizer quanto tempo demorou para que esses casos fossem julgados.

Ainda assim, trata-se de uma rica estatística que antes não era conhecida no país. O Blog fez uma compilação dos dados disponíveis, mostrados na tabela a seguir(clique na imagem para ampliar):

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86,4 MIL PROCESSOS DE CORRUPÇÃO
Como se observa na tabela acima, o estoque de processos sobre corrupção pendentes nos Tribunais de Justiça estaduais era de 86.418, para casos cuja tramitação teve início até dezembro de 2012.

Essa informação se refere à Justiça de 26 das 27 unidades da Federação –a única exceção é Mato Grosso.

Dos 86.418 processos, 30.911 foram julgados até julho deste ano de 2014. Ou seja, 36% foram analisados. Em agosto restavam ainda, pelo menos, 55.507 processos de corrupção esperando julgamentos nos Estados.

Por que “pelo menos” 55.507 casos? Porque esses são os processos iniciados até dezembro de 2012. De lá para cá não se sabe quantos mais começaram a tramitar.

Quando se trata da eficiência para zerar a pilha de processos antigos sobre corrupção, descobre-se um paradoxo. A Justiça de Alagoas, a segunda menos rigorosa para condenar nesses casos, é ao mesmo tempo a melhor do Brasil quando se trata de limpar as gavetas: os juízes estaduais alagoanos conseguiram analisar 93% dos 1.723 processos que estavam na fila naquele Estado.

É necessário cautela ao analisar esses dados. Não há informações qualitativas a respeito de como se deu o trâmite dos processos sobre corrupção em cada Estado. Só há números.

Ainda assim, essa quantificação é uma novidade na Justiça brasileira, cujas informações sempre foram historicamente obscuras ou inexistentes.

Todos os dados são preliminares e se referem a decisões proferidas no período de janeiro a julho deste ano no âmbito da Meta 4 de 2014 do CNJ. Essa meta foi aprovada pelos presidentes dos 90 tribunais brasileiros no 7º Encontro Nacional do Judiciário, em novembro de 2013. O objetivo é zerar, nas justiças estaduais, o estoque de processos sobre corrupção iniciados até dezembro de 2012.

O Tribunal de Justiça da Bahia é o mais atrasado no cumprimento da meta. Segundo o levantamento do CNJ, até julho apenas 427 processos dos 7.202 na fila haviam sido resolvidos –taxa de 6%.

A unidade da Federação mais rigorosa para condenar réus em processos de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública é o Distrito Federal. Foram 421 condenações em um universo de 1.141 processos –taxa de 52%. A capital federal também registra um bom desempenho para zerar o estoque de ações. Até julho, havia decidido 71% dos processos antigos.

INFORMATIZAÇÃO ASSIMÉTRICA DA JUSTIÇA
Há muita assimetria na informatização do Judiciário e na disposição dos presidentes das cortes em colaborar com o CNJ. O Tribunal de Justiça de São Paulo ficou fora das estatísticas pois informou somente dados de processos de segunda instância, deixando lacunas sobre o desempenho da primeira instância.

O pior exemplo vem do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, que até julho não havia informado nenhum dado ao CNJ.

O conselho esclarece que os tribunais não são obrigados a declarar suas estatísticas, mas há um compromisso assinado por seus respectivos presidentes para que façam isso.

A Meta 4 do CNJ é menos rigorosa com a Justiça Federal e o Superior Tribunal de Justiça. Para eles, o objetivo é julgar 100% das ações distribuídas até 31 de dezembro de 2011 e 50% das ações distribuídas em 2012.

O CNJ compilou os dados a partir de informações prestadas pelos próprios tribunais. O relatório completo, atualizado até setembro, será divulgado no VIII Encontro Nacional do Poder Judiciário, em 10.nov.2014, em Florianópolis.

E os dados do Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta Corte de Justiça do país? Não estão disponíveis para o CNJ. Por quê? Porque o STF não está submetido a ninguém e presta contas apenas da forma e quando desejar.

Claro, Vivo e Oi fecham acordo para comprar TIM

Folha de São Paulo

As operadoras Claro e Vivo fecharam acordo com o banco BTG Pactual para, junto com a Oi, comprar a TIM Brasil, a segunda maior empresa do mercado brasileira, e reparti-la em três.

O valor não está fechado, mas pode chegar a R$ 31,5 bilhões, o maior negócio no setor no país. São cerca de R$ 30 bilhões, mais um prêmio de 5% pago aos acionistas, incluindo minoritários.

A Folha apurou que será feita uma oferta aberta aos acionistas da Telecom Italia, dona da TIM Brasil, que decidirão em assembleia.

Os principais acionistas, como a francesa Vivendi, tendem a aceitar. Ainda não está definido o que acontece com os clientes.

A entrega da proposta está condicionada à venda, por parte da Oi, da Portugal Telecom (PT) em Portugal, um negócio que deve ser fechado na próxima semana.

Segundo apurou a reportagem, cinco são os interessados. Entre eles estão duas operadoras –a francesa Altice é uma delas– e três fundos de investimento.

O valor dessa transação será de cerca de € 7 bilhões (R$ 22 bilhões), já descontando a dívida e incluindo um prêmio pelo controle. Com o dinheiro, a Oi reduzirá seu endividamento para bancar sua parte na oferta pela TIM.

FUSÃO

Nas conversas com o BTG Pactual, a Telecom Italia disse que a TIM Brasil não está à venda e fez uma contraproposta: uma fusão com a Oi.

Mas só entrariam nesse negócio se assumissem o comando da nova empresa. Para isso, pagariam até R$ 3 por ação aos acionistas da Oi, praticamente o dobro de seu valor de mercado.

Outra condição da Telecom Italia foi abrir as gavetas da Oi para evitar possíveis “surpresas” desagradáveis como aquela descoberta pela própria Oi no processo de fusão com a Portugal Telecom (PT).

Após as diligências na contabilidade das duas empresas, surgiu um “empréstimo” de € 897 milhões feito pela PT à Rio Forte às vésperas da fusão. A empresa, que pertence ao Grupo Espírito Santo, sócio da Oi, foi à falência.

O BTG respondeu à Telecom Italia que só poderia negociar a compra da TIM Brasil e ficou de enviar uma proposta para o negócio.

Embora negue a venda da TIM, o presidente da Telecom Italia, Marco Patuano, já afirmou que tudo depende do “valor do cheque”.

Numa possível venda, parte dos recursos seria investida na Telecom Italia para permitir a oferta de TV, foco de seu novo sócio, a Vivendi.

E EU COM ISSO?

Caso a TIM seja mesmo fatiada, caberá à Anatel definir de que forma ocorrerá a divisão de clientes.

A agência terá de decidir, entre outras questões, se Claro, Vivo e Oi terão de manter as mesmas condições de planos do cliente TIM. Isso para evitar, por exemplo, uma migração em massa, em razão da portabilidade numérica, o que traria problemas para as redes.

Felipe Camarão será Secretário de Gestão e Previdência

O governador eleito do Maranhão, Flávio Dino, definiu nesta sexta-feira (31) o nome de Felipe Costa Camarão para comandar a Secretaria de Gestão e Previdência (Segep). Essa foi a 15ª indicação de composição do governo que terá início no próximo 1º de janeiro.

Com formação em Direito e especialista em Gestão Pública, ele assume a pasta responsável pela gestão de pessoal, patrimônio e previdência. É a Segep que coordena também a Escola de Governo. Felipe Camarão assumirá a Secretaria com a missão de valorizar os servidores públicos – ativos e inativos, além de aprimorar os serviços de estado destinados especificamente aos servidores, especialmente saúde.

FELIPE COSTA CAMARÃO – Secretaria de Gestão e Previdência

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Felipe Camarão é bacharel em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), onde é professor. É mestre em Direito e especialista em Gestão Pública. Entre os cargos que já ocupou, estão a direção do Procon-MA por duas vezes, chefe da Procuradoria Federal do Maranhão e também da Procuradoria do INSS. Atualmente, é sub-procurador-chefe da UFMA, função que ocupa há três anos.

Prefeitura de Ribamar promove campanha de vacinação anti-rábica

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A Prefeitura de São José de Ribamar inicia neste sábado (01) a segunda etapa da campanha municipal de vacinação anti-rábica para cães e gatos. Durante todo o dia, das 8h às 17h, doses da vacina estarão sendo oferecidas gratuitamente em todas as unidades públicas de saúde e em postos volantes instalados em várias regiões do município.

A partir da próxima segunda-feira (03), as doses da vacina estarão disponíveis somente nas Unidades Básicas de Saúde da cidade.

A raiva é uma doença causada pelo vírus rábico, transmitido ao homem pelo contato com animais doentes, através de mordedura, arranhadura e lambedura.

A vacinação é a única forma de prevenir que o animal venha desenvolver a raiva e transmiti-la ao homem.

A raiva é uma doença fatal ao ser humano. É importante que a população ribamarense saiba que deve evitar deixar seu animal solto nas ruas e que, em caso de mordida de cachorro ou gato, procurar imediatamente um posto de saúde mais próximo, onde será avaliado, orientado, e de acordo com o caso, vacinado ou não.

Mais do mesmo

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Blog do Ucho Haddad

Fio trocado – Dilma Rousseff, a presidente reeleita, fez campanha na esteira do slogan “Governo novo, ideias novas”. Entre o embuste do slogan da campanha petista e as negociações políticas visando à composição da nova equipe ministerial há uma enorme diferença. Como se sabe, a presidente terá de acomodar no novo governo muitos “companheiros” e aliados que foram derrotados nas eleições deste ano ou que não concorreram a cargos eletivos, seja por imposição da lei, seja por decisão própria.

Isso significa que o próximo mandato de Dilma será “mais do mesmo”, apesar de alguns personagens novos na composição ministerial. Em outras palavras, a pasmaceira que marcou o governo que chega ao seu final deve se repetir no próximo. Sendo mais explícito, governo velho, ideias idem. Afinal, nas hostes petistas e nos partidos aliados sobram incompetentes. E ninguém pode ficar longe das benesses da máquina federal, uma vez que o Palácio do Planalto terá nos próximos quatro anos muitos incêndios para apagar.

Entres as possíveis indicações de Dilma Rousseff para a nova equipe de governo aparece o nome de José Sarney, que a pedido de Lula (leia-se ordem) pode assumir o Ministério da Cultura. No caso de a notícia se confirmar, Dilma dará na sociedade brasileira a primeira rasteira do novo e velhaco governo, que, como mencionado acima, será marcado por ideias igualmente velhas e velhacas. A mudança na pasta se deve ao fato de a atual ministra, Marta Suplicy, não ter se empenhado na campanha de Dilma e por ser uma das entusiastas do “Volta, Lula”.

Indicar José Sarney, o caudilho maranhense, para o Ministério da Cultura é um atentado contra a cultura nacional. Sarney, que tropeça nas palavras ao discursar, escreveu dois ou três livros, produção literária pífia e de baixa qualidade que se transformou em passaporte para o maranhense chegar à Academia Brasileira de Letras (ABL). Em suma, Sarney chegou à ABL no rastro da “carteirada” ou, quem sabe, na onda da autoritária pergunta “você sabe com quem está falando?”.

Para manter-se no poder do Maranhão durante cinquenta anos, como se fosse coronel de quinta, um capitão hereditário, Sarney apostou na pasteurização do baixo conhecimento da população maranhense. Sem contar que o clã comandado pelo eventual novo ministro da Cultura fez da miséria local uma homenagem à violação dos direitos humanos. Quem conhece o Maranhão em suas minúcias sabe que José Sarney quando muito poderia comandar a biblioteca de uma penitenciária.

O fato de o nome de Sarney começar a circular como possível futuro ministro da Cultura mostra que o próximo governo de Dilma Rousseff nada de novo terá, até porque abrirá espaços para velhacos.

Mudar o Brasil continua sendo possível, desde que os brasileiros de bem não desanimem diante da reeleição de uma candidata que contou com o voto de Chico Buarque e quer colocar um velho e conhecido ditador no comando da Cultura. Aliás, como disse certa vez um conhecido comunista de boteco, “nunca antes na história deste país”.

Camaleão

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Cartunista Jarbas, do Diário de Pernambuco

Humberto Coutinho tem organismo livre de células malignas

O deputado estadual eleito, Humberto Coutinho, recebeu uma excelente notícia da equipe médica que o acompanha desde o início do tratamento câncer no intestino grosso, detectado em novembro de 2013: está livre de células malignas no seu organismo.

A notícia foi dada a ele após a realização do PET-SCAN: o mais moderno exame para detecção de células cancerosas no organismo. Realizado no Hospital Sírio Libanês, o exame consiste na visualização do metabolismo e da anatomia do paciente.

O que é o PET-CT?

O PET-CT faz na verdade, são dois exames de diagnóstico por imagem, o PET e o CT, que, quando realizados em conjunto são extremamente eficientes para revelar se há algo errado no organismo do indivíduo.

A Tomografia por Emissão de Pósitrons, ou PET, é uma poderosa técnica de imagem que consegue revelar qualquer alteração do metabolismo celular que esteja ocorrendo no corpo do paciente.

Já a Tomografia Computadorizada, ou CT, produz imagens detalhadas da anatomia do indivíduo através de uma tecnologia computacional e de recursos de raio-x.

Tratamento longo e um final feliz

Humberto Coutinho foi submetido a esse exame após o término das sessões de quimioterapia, que começaram no final do ano passado.

Com o resultado negativo de qualquer vestígio de malignidade no seu organismo, o deputado eleito pode comemorar o sucesso do longo e doloroso

tratamento contra a doença. Neste período ele enfrentou 59 dias de UTI e quatro meses de internação no Hospital.

Disposto e vigoroso, mesmo em tratamento e tendo sessões de quimioterapia, enfrentou a campanha eleitoral, ajudou a eleger os amigos Flávio Dino, Governador, Roberto Rocha, Senador e Rubens Júnior deputado federal.

Além dos seus amigos, Dr. Humberto conseguiu se eleger com mais de 67 mil votos, consagrando-se como o candidato a deputado estadual mais votado da oposição em 2014.

A esposa do deputado eleito, médica e deputada estadual Cleide Coutinho assim todos os familiares da numerosa família Coutinho não escondem a alegria e comemoram mais esta vitória, agradecendo a todos os amigos a vigília de orações e acompanhamento da luta do agora candidato à Presidente da Assembleia Legislativa.

Como médico e líder de um grupo político que tem muitos médicos, Dr. Humberto diz que apesar de estar livre da doença, continuará vigilante, realizando exames periódicos e alerta as pessoas que eventualmente tenham sido acometidas deste mal, que não percam a esperança e façam exames preventivos pois é possível sim, em muitos casos, vencer o câncer.

Com mais esta boa notícia, o caminho do Dr. Humberto Rumo à principal cadeira do Legislativo maranhense ganha grande impulso.

Documentos repassados por Roseana esclarecem pouco sobre o Estado

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As informações enviadas à Equipe de Transição de Flávio Dino não corresponderam às expectativas. Esta foi a avaliação do deputado Marcelo Tavares – coordenador da Equipe de Transição de Flávio Dino e próximo chefe da Casa Civil do Maranhão.

Após mais de 15 dias de espera desde o primeiro encontro entre a equipe de Flávio Dino e a representante do governo Roseana Sarney, Anna Graziella, os membros do atual governo enviaram a Marcelo Tavares os documentos solicitados em ofício entregue pelo deputado no dia 14 de outubro.

Para planejar os primeiros dias do próximo governo e evitar imprevistos administrativos, a Equipe de Transição designada por Flávio Dino requereu a Anna Graziella uma série de documentos que têm por objetivo fazer uma transição republicana e ordenada entre o atual e o próximo governo.

No entanto, somente nove de um total de 32 solicitações foram entregues na manhã desta quinta a Marcelo Tavares pela equipe de Roseana Sarney. O deputado afirmou em entrevista que o material era insuficiente e a maior parte dele está disponível publicamente.

“Esses documentos são de acesso público e nós já o tínhamos nos nossos trabalhos. Continuamos aguardando que o atual governo colabore com um trabalho que beneficiará a todo o povo do Maranhão”, disse. Para ele, é hora de dispensar as opções políticas e fazer com que as equipes trabalhem de forma colaborativa.

Dados importantes como a folha de pagamento do Estado, a execução orçamentária atual, informações sobre contratos, convênios, precatórios, demonstrativo de obras e as ações prioritárias de cada pasta não foram repassados à equipe do próximo governo.

Perito Molina confirma: Sarney traiu Dilma e votou em Aécio

Por Anderson PassosiG São Paulo

Embora o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) tenha negado com todas as letras – inclusive em nota oficial – que votou no tucano Aécio Neves (PSDB) no segundo turno das eleições presidenciais, o perito Ricardo Molina, a pedido do iG, confirmou que as imagens que mostram a votação não sofreram trucagens e são autênticas.

Perito comparou frames e disse que ampliação e momento do voto são o mesmo vídeo; político se defendeu dizendo ser montagem

Molina dividiu a análise em três fases. Na primeira, comparando o vídeo de corpo inteiro com um recorte mais fechado na urna eletrônica (veja reprodução abaixo), ele observa que “trata-se da mesma filmagem, ou seja, a ampliação, na qual não há dúvidas de que o voto é 45, foi processada a partir do mesmo vídeo.

A seguir, na imagem ao lado, o perito mostra, a partir do vídeo original, uma sequência de frames que mostram o voto de Sarney no 45. “Não é possível discernir os números, mas é possível verificar que o dedo está na altura do 45 e que a gravação é a mesma da ampliação”, atesta o perito.

Sequência de frames no voto: ‘É possível verificar que o dedo está na altura do 45 e que a gravação é a mesma da ampliação’

Quando o vídeo é exibido em câmera lenta, para o perito fica claro que é o voto é no 45; observe-se que logo depois aparece quadro com Aécio e Aloysio e texto “FIM”, mostrando que é o voto para presidente”, conclui.

Questionado sobre a possível manipulação, Ricardo Molina descarta a tese. “Uma montagem com manutenção de tantos detalhes seria praticamente impossível. Minha opinião é que é autêntica”.

Para ele, só o vídeo original poderia dirimir definitivamente qualquer dúvida, já que a resolução, quando o vídeo é veiculado no Youtube, perde qualidade. “É evidente que há uma gravação que derrubaria qualquer dúvida (a gravação do cinegrafista), mas já foi inclusive tirada do ar. A TV Amapá chegou a veicular, mas tirou”, explicou.

Veja abaixo o vídeo em câmera lenta:

Uma justa homenagem

Terminada as eleições e a vitória de Flávio Dino ao governo e Roberto Rocha para o senado no último dia 5 de outubro, é preciso reconhecer o excelente trabalho da assessoria de comunicação dos dois candidatos.

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Maria do Carmo, assessora do senador eleito Roberto Rocha

Em especial, o editor do blog homenageia, de forma humilde e singela, as jornalistas Aline Louise, em nome da equipe de Flávio, e Maria do Carmo, pelo lado de Roberto Rocha. As duas comunicadoras realizaram um excelente trabalho na campanha, em destaque o bom relacionamento com a imprensa.

Muito competente, aprazível e esforçada, Maria do Carmo mudou o quadro e deu uma dinamizada no setor de comunicação da campanha de Roberto Rocha.

As ações do agora senador passaram, com a entrada de Maria, a ter muito mais publicidade e destaque na mídia, o que, sem dúvida, contribuiu para a vitória de Roberto Rocha.

Entre as virtudes de Maria do Carmo, além de sua seriedade e retidão, vale enfatizar o bom trato, educação e tranquilidade no trato. Sua simpatia contagia, o que facilitou sobremaneira o trabalho dos profissionais que se engajaram na campanha de Rocha. Sem falar das outras atividades de Maria na campanha onde, com muito empenho e ousadia, conseguiu exercer todas com excelência.

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Aline Louise, assessora do governador eleito Flávio Dino

Já a jornalista Aline Louise também não fica atrás. Além de ser uma excelente profissional, séria, correta, a assessora de Flávio Dino é uma pessoa do bem, de bom caráter.

Inteligente, palatável, comportamento simples, adepta do diálogo agradável, da boa convivência e acima de tudo proativa, atributos que não podem faltar para quem trabalha na área de comunicação, muito do sucesso da campanha dinista na guerra de comunicação vencida contra o império do grupo Sarney está relacionado ao trabalho de Louise, bem como de toda a equipe de Flávio. Foram incansáveis e trabalharam em sintonia com os colaboradores. O ótimo relacionamento foi a marca.

Portanto, fica a homenagem justa de nossa parte a essas duas profissionais que valorosamente colaboraram com grande esforço e dedicação e cumpriram papel importante para o êxito da oposição e a derrota da oligarquia Sarney no Maranhão. Valeu Aline e Maria!!!

Roberto Rocha e ACM debatem soluções para economia do MA

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O Senador eleito Roberto Rocha participou, na noite desta quarta-feira, 29, da plenária da Associação Comercial do Maranhão (ACM). O encontro foi marcado pelo diálogo do parlamentar com dezenas de empresários, dirigentes de entidades de classes e autoridades políticas, acerca dos problemas econômicos do estado e de propostas e sugestões para a resolução das dificuldades existentes no setor.

Em seu discurso, Roberto Rocha fez uma análise da atual situação política do Maranhão e destacou os entraves que impedem o crescimento do estado, sobretudo na área econômica. “O problema do Maranhão do ponto de vista da gerência é que não tem planejamento. Não tem gestão empresarial que aponte resultados, que busque metas. Do ponto de vista da sua economia, é a falta de agregação de valor”, disse Roberto Rocha.

Para ele, é necessário um choque de gestão na economia, pois o Maranhão precisa de uma mudança de postura e pensamento. “O problema da economia é a falta de agregação de valor. Temos atualmente um perfil econômico equivocado, que é baseado em produtos primários e semielaborados, a própria política de exportação do Maranhão é muito equivocada, então ela não agrega valor, não gera cadeia produtiva, não é um desenvolvimento sustentável, pra ser sustentável ele tem que combinar o econômico, o social e o ambiental”, explicou.

A presidente da ACM, Luiza Rezende, agradeceu a presença do senador eleito e ressaltou que é importante criar esse diálogo para que os empresários também possam dar sua parcela de contribuição para o desenvolvimento econômico do estado. “A gente vê que o Roberto Rocha está aberto ao diálogo e a estar junto, não só com o empresário, mas com todo o povo maranhense”, completou.

O senador eleito enfatizou que o encontro foi importante para discutir os problemas e soluções da economia do Maranhão. “A Associação Comercial do Maranhão é uma entidade tradicional do Estado e que discute questões do desenvolvimento econômico. Pudemos falar do que a gente pensa, dos problemas e das soluções, e ouvir perguntas, questionamentos, sugestões para enriquecer o exercício do nosso mandato no Senado”, reforçou Roberto Rocha.

Parceria

Flavio-Edivaldo

São Luís na pauta

Márcio Jerry, futuro secretário da Assuntos Políticos, adiantou ontem que o Governo Flávio Dino toma posse em 1º de janeiro e que já no dia 3 vai reunir com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior para definir prioridades.

Entre essas prioridades, conforme revelou Jerry, a mais urgente é a questão da mobilidade urbana da capital, um dos gargalos da administração municipal, mesmo com as intervenções que já foram feitas pelo secretário Francisco Canindé (SMTT) para dar fluidez ao trânsito.

Informe JP

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