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Cemar era a principal beneficiada com o programa Viva Luz

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Blog Marrapá – A Cemar (Companhia Energética do Maranhão) era a principal beneficiada com o programa Viva Luz, criado pelo governo Roseana Sarney para beneficiar famílias de baixa renda, por isso foi extinto no último dia 7 pelo governo Flávio Dino.

Através do programa, a empresa recebia R$ 25 milhões do governo do Estado para garantir 50 kwh de energia a 30 mil famílias de baixa renda, segundo denunciou o deputado Edilázio Júnior (PV), da tribuna da Assembleia Legislativa. Em média, R$ 834 por família.

Ocorre que a Cemar cobra do consumidor R$ 0,52 por kwh (na dúvida, verifique sua conta de energia). Um consumo de 50 kwh custa R$ 13 (excluso tributos e taxa de iluminação pública). Para atingir o gasto de R$ 834, uma família de baixa renda teria que apresentar consumo superior a 1.600 kwh.

O descontentamento da Cemar foi tão grande com a perda do benefício que a empresa passou o dia de ontem distribuindo a nota contra o governo nas redes sociais. Não por acaso, o gestor do programa é o ex-deputado José Jorge, ligado ao senador José Sarney.

Por meio de nota distribuída à imprensa, o governo Flávio Dino garantiu que todos os beneficiários do programa permanecerão contemplados com o pagamento da conta de energia elétrica subsidiados pelo governo federal, por meio da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSSE).

Já os R$ 25 milhões, antes destinados a Cemar, serão investidos para a manutenção do Mais Bolsa Família, programa do governo que atenderá as famílias de 1,2 milhão de estudantes para a compra de material escolar.

Operação do FBI na Suíça prende José Maria Marin e mais seis executivos da Fifa

José Maria Marin, ex-presidente da Fifa

José Maria Marin, ex-presidente da Fifa

ESPN.COM.BR

A dois dias da eleição para a presidência, um terremoto sacode a Fifa. Na madrugada desta quarta-feira, horário brasileiro, uma operação especial das autoridades suíças, sob liderança do FBI, prendeu sete executivos importantes da entidade sob a acusação de corrupção, entre eles José Maria Marin, ex-presidente da CBF. O grupo dos detidos será extraditado para os Estados Unidos a fim de uma maior investigação sobre o assunto na federação mais importante do futebol mundial.

Segundo nota oficial do Departamento de Justiça norte-americano, 14 réus são acusados de extorsão, fraude e conspiração para lavagem de dinheiro, entre outros delitos, em um “esquema de 24 anos para enriquecer através da corrupção no futebol”. Sete deles foram presos na Suíça. Além de Marin, Jeffrey Webb, Eduardo Li, Julio Rocha, Costas Takkas, Eugenio Figueredo e Rafael Esquivel. Um mandado de busca também será executado na sede da Concacaf, em Miami, nos EUA.

O brasileiro J.Hawilla, dono da Traffic, conhecida empresa de marketing esportivo, é um dos réus que se declararam culpados, assim como duas empresas de seu grupo, a Traffic Sports International Inc. and Traffic Sports USA Inc. Em dezembro de 2014, segundo a justiça dos EUA, ele concordou em pagar mais de 151 milhões de dólares, sendo que US$ 25 mi foram pagos na ocasião. As acusações são de extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução de justiça.

Além de Hawilla, também se declararam culpados o norte-americano Charles Blazer, ex-secretário-geral da Concacaf e ex-representante dos EUA no Comitê Executivo da Fifa; Daryan e Daryll Warner, filhos do ex-presidente da Fifa Jack Warner.

De acordo com informações publicadas pelo jornal NY Times, mais de uma dúzia de policiais suíços à paisana chegaram sem aviso prévio ao Baur au Lac Hotel, local no qual executivos se hospedavam para o congresso anual da organização, marcado para os dias 28 e 29 de maio, e renderam os acusados de corrupção em ação pacífica, sem menor resistência dos envolvidos.

As polêmicas eleições para as sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022, que escolheram, respectivamente, Rússia e Catar, como sedes são centro das investigações. No segundo pleito, o mais controverso, os Estados Unidos buscavam o direito de receber o torneio.

A ação policial desta manhã de quarta-feira na Suíça terá um grande efeito nos próximos dias da entidade, que marcou para esta sexta-feira a eleição de um novo presidente. Novo, em teoria. Joseph Blatter, no comando da Fifa desde 1998, surgia como o grande favorito para mais um mandato; o suíço possuía apenas a concorrência de Ali bin Al-Hussein, príncipe da Jordânia.

O ex-jogador português Luís Figo, que fez história com a seleção do país e as camisas de Real Madrid e Barcelona, também aparecia como candidato até a semana passada. Entretanto, o antigo atleta desistiu do pleito e acusou a Fifa de ser gerida como uma ‘ditadura’. O dirigente holandês Michael Van Praag também lançou campanha, mas também se retirou.

O sorriso republicano de Flávio Dino

Flávio Dino Dino sorri para Sarney durante posse de ministro: gesto educado e republicano

Flávio Dino Dino sorri para Sarney durante posse de ministro: gesto educado e republicano

A foto do encontro entre o governador Flávio Dino e o ex-senador e sem mandato José Sarney nesta terça-feira durante a posse do ministro do Superior Tribunal de Justiça, Reinaldo Soares da Fonseca,  deixa claro de uma vez por todas quem realmente faz política com ódio.

Enquanto Dino exprime educação ao encontrá-lo, o velho oligarca não consegue disfarçar o ódio que o alimenta e norteou o destino do Maranhão durante os 50 anos que sua família dominou o estado.

Acima do bigode, o seu nariz ficou vermelho (observe) diante de tanta bilis produzida por quem sempre fez política com o fígado.

O sorriso de Flávio Dino revela que, ao contrário de Sarney, ele não confunde o público com o privado. O seu combate é político não é pessoal, por mais personalista que Sarney seja.

Ao  apontar o descaso e o desvio de dinheiro público no governo da filha Roseana, ele o faz por responsabilidade com o bem comum e não para perseguir adversários.

É importante que a população saiba quem são os responsáveis pelo caos no sistema público do Maranhão e quem meteu a mão no seu bolso!

Aliás, tentar transformar denúncias apuradas através de auditorias em perseguição é a artimanha de quem tem o dedo sujo para descaracterizar a própria culpa, como se ela  fosse resultado da perseguição de Flávio Dino, e não dos delitos concretamente cometidos.

Como se o roubo, ou como queiram, o desvio de dinheiro público, fosse uma questão subjetiva!

E uma prova objetiva do atual governo que crime é crime é a operação da Polícia Civil contra a agiotagem no estado, que atinge prefeitos aliados e não aliados do Palácio dos Leões.

Somente na Monarquia que títulos de nobreza, hoje sinônimo de sociedade financeira e política – o que na verdade sempre foi – colocam os escolhidos acima do contrato social que rege a todos nós e faz do estado um negócio de família, com direito a migalhas milionárias para o resto da corte.

Flávio Dino não persegue Sarney. Flávio Dino persegue a Justiça !

Roberto Rocha, João Alberto e Lobão votaram a favor da MP que restringe seguro desemprego

Roberto Rocha, Lobão e João Alberto votaram  contra benefícios dos trabalhadores

Roberto Rocha, João Alberto e Lobão: unidos na defesa dos interesses de Dilma Rousseff

(Com informações da Folha de São Paulo)

Os senadores pelo Maranhão, Edison Lobão (PMDB), João Alberto (PMDB) e Roberto Rocha (PSB) votaram na noite desta terça-feira à favor da Medida Provisória que restringe o acesso dos trabalhadores ao abano salarial e ao seguro desemprego.

A MP 665 dificulta o direito a benefícios trabalhistas e faz parte do ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma Rousseff.

A proposta foi aprovada em votação apertada —39 votos a favor e 32 contra—, numa semana decisiva para o governo Dilma, que tem enfrentado resistência de sua própria base de apoio no Congresso ao ajuste fiscal.

O texto, que segue para sanção da presidente, dificulta a concessão de seguro-desemprego, abono salarial e seguro-defeso (destinado a pescadores na entressafra).

A medida foi aprovada pelo Congresso com alterações bem mais amenas do que as originalmente propostas pelo Executivo.

Em relação ao abono salarial (benefício de um salário mínimo para quem recebe até dois salários mínimos), o Congresso aprovou a necessidade de se ter trabalhado no mínimo três meses, mas há o compromisso do governo de vetar esse trecho, o que manteria a exigência atual, de um mês.

Não há previsão oficial de quantos trabalhadores serão afetados pelo acesso mais restrito aos benefícios. Em janeiro, quando ainda se discutia a proposta original do governo, estudo do Dieese previa que cerca de 4,8 milhões de beneficiários não teriam acesso ao seguro-desemprego (a estimativa considera a Rais de 2013).

O Ministério do Trabalho, por sua vez, estimou que, se as novas regras fossem aplicadas em 2014, 2,27 milhões de trabalhadores não receberiam seguro-desemprego. No ano passado, 8,5 milhões de brasileiros pediram o benefício.

Após a votação desta terça, Miguel Torres, presidente da Força Sindical, afirmou que, se a regra estivesse valendo em 2014, os atingidos seriam 6 milhões.

Lobão Filho pagou escritório de Márcio Coutinho com verbas públicas

Marcio Coutinho

Coutinho é citado como representante de Lobão na empresa Diamond Mountain em um processo que investiga o ex-ministro por suspeita de lavagem de dinheiro e ocultação de bens

Folha de São Paulo – O ex-senador Lobão Filho (PMDB-MA) contratou, de 2009 a 2010, com verba de gabinete, o advogado Márcio Coutinho, que é apontado em inquérito na Justiça como representante do ex-ministro Edson Lobão (PMDB-MA) em uma holding nas Ilhas Cayman, conhecido paraíso fiscal no Caribe.

Por meio da cota parlamentar do Senado, destinada a despesas como aluguel de imóveis para escritório político, alimentação e passagens aéreas, Lobinho, como é conhecido, pagou R$ 6.750 mensais a Coutinho de abril de 2009 a fevereiro de 2010, no total de R$ 74.250.

Segundo Lobinho, Coutinho foi locador de três salas comerciais onde funcionou seu escritório político durante este período. O ex-senador diz que ele e Coutinho são amigos e que ele atua como seu advogado “em algumas causas”, além de ter sido coordenador político de sua última campanha.

O ex-congressista disputou em 2014 o governo do Maranhão contra Flávio Dino (PCdoB-MA), que derrotou o peemedebista.

Lobinho era suplente de seu pai e deixou o Senado neste ano, quando Lobão reassumiu o mandato após deixar o Ministério de Minas e Energia.

Coutinho é citado como representante de Lobão na empresa Diamond Mountain em um processo que investiga o ex-ministro por suspeita de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. O processo teve início na Justiça Federal de São Paulo, mas foi encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal) em fevereiro deste ano, uma vez que Lobão, como senador, tem foro privilegiado.

Lobão é suspeito, de acordo com “O Estado de S. Paulo”, que revelou o caso, de ser sócio oculto da holding Diamond Mountain, grupo sediado nas Ilhas Cayman, responsável por captar recursos de fundos de pensão, empresas que recebem dinheiro de bancos públicos e de fornecedores da Petrobras.

A defesa de Lobão nega que o ex-ministro tenha qualquer relação com a empresa, mas admite que no dia 2 de junho de 2011 o peemedebista recebeu no Ministério de Minas e Energia um executivo da holding, Marcos Henrique da Costa. No encontro, segundo o advogado de Lobão, Antônio Carlos de Almeida Castro, foram tratados apenas assuntos relacionados a investimentos do grupo no país.

Também estaria presente no encontro o advogado maranhense Márcio Coutinho, que seria o representante de Lobão na holding.

OUTRO LADO

O ex-senador Lobão Filho disse que a contratação de Coutinho foi realizada na forma legal e regimental do Senado. Ele disse que seu pai não tem relação com as empresas citadas e “muito menos possui ativos financeiros ou patrimoniais, direta ou indiretamente, nas ilhas Cayman ou outro paraíso fiscal”.

Segundo o peemedebista, a relação de seu pai, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) com Coutinho era protocolar até 2014, “quando houve uma aproximação maior por meu intermédio”. Lobinho disse ser amigo de Coutinho e disse que o advogado atua em algumas de suas causas, sem dar detalhes, além de ter sido coordenador político de sua última campanha.

A reportagem telefonou para o escritório de Coutinho e deixou recado com a secretária, mas ele não retornou. O advogado também não respondeu aos questionamentos feitos pela reportagem por e-mail.

Adriano Sarney flerta com ditadura ao pedir intervenção militar no Maranhão

Maranhão da Gente – Neto do ex-presidente da República,José Sarney, que construiu a carreira política graças à ditadura militar implantada no país em 1964, o deputado estadual Adriano Sarney (PV) pediu intervenção militar no Maranhão.

Exaltado, ele disse que o estado deveria ser ocupado por tropas militares com tanques de guerra e helicópteros: “Três mil, quatro mil, cinco mil homens na rua, 30 helicópteros do Exército, tanques de guerra. Pra ganharmos tempo é necessário uma intervenção militar a curto praz o no Maranhão”, disse o parlamentar em discurso da tribuna.

Nos bastidores da Assembleia Legislativa, o discurso de Adriano é visto como uma espécie de ato falho. Ele tentou fazer uma defesa da necessidade de aumento do efetivo de policiais, mas acabou pedindo intervenção militar no Estado em alusão ao golpe, apreciado pelo avô.

Ouça abaixo o discurso do deputado:

Eliziane Gama diz que quer distância do PMDB

Eliziane-Gama11A deputada federal Eliziane Gama descartou a possibilidade de receber o apoio do PMDB, caso seja candidata a prefeita de São Luís.

Em entrevista aos blogs Marrapá e Clodoaldo Correa, a pré-candidata afirma que não tem nenhum interesse em coligar com a legenda comandada pela ex-governadora Roseana Sarney. “É divergente daquilo que trabalhamos”.

A parlamentar, que lidera as pesquisas de intenção de votos na capital, mostrou-se confiante em relação ao apoio do senador Roberto Rocha. Para ela, o socialista é um importante aliado: “Acredito que ele estará comigo”.

Eliziane explica que a sua candidatura em São Luís seria uma condição do presidente nacional do PPS, Roberto Freire, para a fusão com o PSB.

Gama também descartou a possibilidade de ser vice de Edivaldo Holanda Junior em uma chapa única. Para a deputada, seria uma decepção para o povo não ser candidata: “Só algo alheio as minhas condições humanas me faria desistir”.

Em relação ao apoio de Flávio Dino (PCdoB), Eliziane disse esperar que ele deixe as candidaturas à vontade. Não fazer campanha para nenhum candidato, segundo ela, seria o gesto ideal do governador em relação aos seus aliados.

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