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A imagem do dia: Índios acorrentados na Assembleia Legislativa…

Presos em correntes e cadeados, indígenas fazem protesto na Assembleia Legislativa do Maranhão

Uma imagem forte, seres humanos acorrentados, com fome, sem previsão para retornarem às suas tribos. Isto acontece no ‘governo da mudança’, na ‘república do Maranhão’…

Alô, Flávio Dino!!!

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Outra crise: Governo não faz repasses da educação, indígenas ocupam galeria da Assembleia…

Governo parado, crises pipocando de todos os lados…

“Repasses federais não estão sendo feitos, dinheiro foi liberado desde dezembro do ano passado, mas o governo se desculpa pelos problemas da gestão passada, enquanto isso, índios estão no prejuízo há vários meses…”indios

Na manhã desta terça-feira, 07, índios guajajaras, que estavam desde a terça-feira passada realizando um protesto em frente ao Palácio dos Leões. Eles ocuparam as galerias da Assembleia Legislativa para tentarem obter uma resposta do governo, que, até agora, tem negado as reivindicações. Segundo as lideranças indígenas, eles estão durante o dia inteiro sem se alimentar.

Sem uma resposta objetiva do governo os indígenas pretendem permanecer no local até serem ouvidos.

Numa conversa rápida com liderança indígena, no inicio da tarde na Assembleia Legislativa, perguntei o real sentido da ocupação das galerias da Assembleia, um dos lideres do movimento disse que não tem fundamento político, como afirma o governo em postagens de blogues aliados.

Abaixo, uma rápida conversa com manifestantes.

Uma CPI para lá de suspeita…

Outra vez o parlamento se dobra aos caprichos do Palácio dos Leões…

Mas, será verdade que nossos (bem pagos) deputados estão querendo realmente passar a limpo nossa política? Senão, vejamos:

Que dizer de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) comandada por um parlamento que tem como líderes os seguintes deputados: Humberto Coutinho, Othelino Neto, Cutrim, Rogério Cafeteira, Eduardo Braide, etc…leao1

É muito rabo de palha, né?

Tem mais, das 22 assinaturas dos deputados que foram declarados favoráveis, mais da metade participou do governo passado, ou seja, foram coniventes, participaram de tudo que aconteceu.

Esperam o que, então, nossos nobres deputados? Que a verdade venha à tona? Pelo visto será outra avacalhação protagonizada pela Assembleia.

Assinatura de oposicionistas:images

Não foi confirmado, mas, segundo comentários de bastidores, os deputados da oposição ao governo Flávio Dino, Adriano Sarney (PV) e Sousa Neto (PTN), deverão assinar a CPI nas próximas horas.

O intuito dos deputados da oposição, segundo comentam, seria de conduzir os rumos das investigações para a situação da Saúde do Maranhão na atual gestão, inclusive, das mortes de crianças nos hospitais de Caxias.

Nada mal para uma cambada de deputados que se dobra aos mandatários do Palácio dos Leões.

Por falar em leões, ainda espera-se, que os leões do palácio deixem de comer as carnes do povo. E a mudança, ó…

 

Debochando da inteligência do povo, Dilma diz que Lava-Jato “é moleza”…

Debochada, Dilma continua apostando na injustiça.

Fiquem com a entrevista que a presidente deu ao Jornal Folha de São Paulo, que fala entre tantas coisas, sobre sua cassação:

‘Eu não vou cair, isso aí é moleza”, afirma Dilma.

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No auge da pior crise de seus quatro anos e meio de governo, a presidente Dilma Rousseff desafiou os que defendem sua saída prematura do Palácio do Planalto a tentar tirá­-la da cadeira e a provar que ela algum dia “pegou um tostão” de dinheiro sujo.

“Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou. Isso aí é moleza, é luta política”, disse a presidente nesta segunda­feira (6), durante entrevista exclusiva à Folha, a primeira desde que adversários voltaram a defender abertamente seu afastamento do cargo.

Apesar do cerco político que parece se fechar a cada dia, Dilma chamou os opositores para a briga. “Não tem base para eu cair, e venha tentar. Se tem uma coisa que não tenho medo é disso”, afirmou a presidente, acusando setores da oposição de serem “um tanto golpistas”.

Com dedo indicador direito erguido, foi mais enfática: “Não me atemorizam”. A presidente tirou o PMDB da lista de forças políticas que tentam derrubá­la. “O PMDB é ótimo”, disse Dilma, esquivando­se de responder sobre o flerte de figuras do partido com a tese do impeachment.

Dilma descartou a hipótese de renúncia e comentou o boato disseminado na internet, e prontamente desmentido por ela, de que havia tentado se matar. “Eu não quis me suicidar na hora que eles estavam querendo me matar lá [na cadeia, durante a ditadura militar], a troco de que eu quero me suicidar agora?”.

Folha: ­ O ex­-presidente Lula disse que ele e a sra. estavam no volume morto. Estão?

Dilma Rousseff: ­ Respeito muito o presidente Lula. Ele tem todo o direito de dizer onde ele está e onde acha que eu estou. Mas não me sinto no volume morto não. Estou lutando incansavelmente para superar um momento bastante difícil na vida do país.

Folha: Lula disse que ajuste fiscal é coisa de tucano, mas a sra. fez.

Dilma Rousseff: ­Querido, podem querer, mas não faço crítica ao Lula. Não preciso. Deixa ele falar. O presidente Lula tem direito de falar o que quiser.

Folha: A sra. passa uma imagem forte, mas enfrenta uma fase difícil.

Dilma Rousseff: ­Outro dia postaram que eu tinha tentado suicídio, que estava traumatizadíssima. Não aposta nisso, gente. Foi cem mil vezes pior ser presa e torturada. Vivemos numa democracia. Não dá para achar que isso aqui seja uma tortura. Não é. É uma luta para construir um país. Eu não quis me suicidar na hora em que eles estavam querendo me matar! A troco de quê vou querer me suicidar agora? É absolutamente desproporcional. Não é da minha vida.

Folha: Renúncia também?

Dilma Rousseff: ­Também. Eu não sou culpada. Se tivesse culpa no cartório, me sentiria muito mal. Eu não tenho nenhuma. Nem do ponto de vista moral, nem do ponto de vista político.

Folha: A sra. fala que não tem relação com o petrolão, mas está pagando a conta?

Dilma Rousseff: ­Falam coisas do arco da velha de mim. Óbvio que não [tenho nada a ver com o petrolão]. Mas não estou falando que paguei conta nenhuma também. O Brasil merece que a gente apure coisas irregulares. Não vejo isso como pagar conta. É outro approach. Muda o país para melhor. Ponto. Agora excesso, não [aceito]. Comprometer o Estado democrático de direito, não. Foi muito difícil conquistar. Garantir direito de defesa para as pessoas, sim. Impedir que as pessoas sejam de alguma forma ou de outra julgadas sem nenhum processo, também não [é possível].

Folha: O que acha da prisão dos presidentes da Odebrecht e Andrade Gutierrez?

 Dilma Rousseff: ­Olha, não costumo analisar ação do Judiciário. Agora, acho estranho. gostaria de maior fundamento para a prisão preventiva de pessoas conhecidas. Acho estranho só. Não gostei daquela parte [da decisão do juiz Sergio Moro] que dizia que eles deveriam ser presos porque iriam participar no futuro do programa de investimento e logística e, portanto, iriam praticar crime continuado. Ora, o programa não tinha licitação. Não tinha nada.

Folha: A oposição prevê que a sra. não termina seu mandato.

Dilma Rousseff: Isso do ponto de vista de uma certa oposição um tanto quanto golpista. Eu não vou terminar por quê? Para tirar um presidente da República, tem que explicar por que vai tirar. Confundiram seus desejos com a realidade, ou tem uma base real? Não acredito que tenha uma base real. Não acho que toda a oposição que seja assim. Assim como tem diferenças na base do governo, tem dentro da oposição. Alguns podem até tentar, não tenho controle disso. Não é necessário apenas querer, é necessário provar.

Folha: Delatores dizem que doações eleitorais tiveram como origem propina na Petrobras.

 Dilma Rousseff: ­Meu querido, é uma coisa estranha. Porque, para mim, no mesmo dia em que eu recebo doação, em quase igual valor o candidato adversário recebe também. O meu é propina e o dele não? Não sei o que perguntam. Eu conheço interrogatórios. Sei do que se trata. Eu acreditava no que estava fazendo e vi muita gente falar coisa que não queria nem devia. Não gosto de delatores.

Folha: Mesmo que seja para elucidar um caso de corrupção?

Dilma Rousseff: ­ Não gosto desse tipo de prática. Não gosto. Acho que a pessoa, quando faz, faz fragilizadíssima. Eu vi gente muito fragilizada [falar]. Eu não sei qual é a reação de uma pessoa que fica presa, longe dos seus, e o que ela fala. E como ela fala. Todos nós temos limites. Nenhum de nós é super­homem ou supermulher. Mas acho ruim a instituição, entendeu? Transformar alguém em delator é fogo.

Folha: Tem gente no PMDB querendo tirar a sra. do cargo.

Dilma Rousseff: ­Quem quer me tirar não é o PMDB. Nã­nã­nã­não! De jeito nenhum. Eu acho que o PMDB é ótimo. As derrotas que tivemos podem ser revertidas. Aqui tudo vira crise.

Folha: Parece que está todo mundo querendo derrubar a sra.

Dilma Rousseff: ­ O que você quer que eu faça? Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou. Isso é moleza, isso é luta política. As pessoas caem quando estão dispostas a cair. Não estou. Não tem base para eu cair. E venha tentar, venha tentar. Se tem uma coisa que eu não tenho medo é disso. Não conte que eu vou ficar nervosa, com medo. Não me aterrorizam.

Folha: E se mexerem na sua biografia.

 Dilma Rousseff: ­Ô, querida, e vão mexer como? Vão reescrever? Vão provar que algum dia peguei um tostão? Vão? Quero ver algum deles provar. Todo mundo neste país sabe que não. Quando eles corrompem, eles sabem quem é corrompido.

Ex-governador Zé Reinaldo fala sobre cenário nacional e do possível afastamento de Dilma

Herança da reeleição

Se pararmos para pensar um pouco no que está acontecendo no Brasil neste ano de 2015, veremos que este é um ano em que estão se consolidando, fortemente, as instituições fundamentais da democracia brasileira. A justiça vem trilhando novos caminhos com a atuação madura e cuidadosa do juiz federal Moro, que comanda a investigação do assalto à Petrobras, fato que estarrece a nação a cada delação premiada, a cada revelação do que ali acontecia.pedalada1

Não bastasse isso, também o Ministério Público Federal e a Polícia Federal vêm aprimorando a sua atuação. O Tribunal de Contas da União, por exemplo,  resolveu finalmente assumir com independência suas funções e as contas presidenciais começam a ser julgadas, pois, por mais incrível que pareça, a maioria delas nunca chegou a sê-lo. E parece finalmente que a Lei de Responsabilidade Fiscal vai finalmente ser posta em prática com o julgamento das “pedaladas” da presidente Dilma.

O Congresso – e falo mais da Câmara do que do Senado – assume também o seu papel, se liberta da agenda do governo e cria a sua própria agenda, em consonância maior com o desejo do povo brasileiro, como foi a votação da PEC da redução da maioridade penal, aprovada por 87 por cento da população brasileira. Chegamos ao ideal nesse assunto?

Não, não chegamos, porque hoje com o governo central muito fraco, este deixou de ser um protagonista ativo. Ao contrário, com um governo mais forte e merecendo apoio popular, as coisas serão mais equilibradas. Porém, vejo que estamos em evolução e cedo chegaremos ao equilíbrio necessário.

As crises e seus momentos dolorosos servem também para moldar o caráter de uma nação e no meu modo de ver estamos passando por esse momento rico na história brasileira. O país será diferente daqui para frente e poderá crescer muito com governos mais bem preparados e competentes. Acredito que a tendência é que de agora em diante passemos a ter governos mais apegados ao cumprimento das leis, acabando-se o tempo das pedaladas fiscais para tentar mascarar a realidade das contas nacionais.

Vejam o caso da Petrobras. A ingerência total e desconexa do governo na empresa só lhe deu imensos prejuízos, aumentou dramaticamente o endividamento, fez suas ações perderem grande valor, com a consequente e impressionante perda de seu valor patrimonial e de sua capacidade de investimento, além de erros brutais pela escolha movidas por com razões políticas de novas refinarias sem nenhum projeto.

Isso sem falar nas perdas colossais em projetos sem viabilidade econômica e de termos que ver sem reclamar a desapropriação consentida de refinarias no exterior, sem a devida e justa indenização, como aconteceu na Bolívia. Ademais, a Petrobras viu-se saqueada por diretores que, ao que tudo indica, foram lá colocados para operacionalizarem esquemas de financiamento a partidos políticos, em um louco e alucinado projeto de hegemonia política às custas de dinheiro público. Esquema esse que – hoje se sabe – alcançou a cifra de dezenove bilhões de reais. Como se não bastasse, a empresa teve imenso prejuízo por servir de inadequado instrumento de combate à inflação e recebeu responsabilidades na exploração do pré-sal, que, ao não poder cumpri-las, acarretou a paralisação de novos leilões no país com perdas impressionantes de novos financiamentos.

E a Petrobras, empresa altamente capaz com um quadro técnico de primeiríssima linha em termos mundiais, teve que aguentar isso garganta abaixo.  Pois bem, para piorar, quase o mesmo aconteceu na Eletrobras, com enorme prejuízo para a população brasileira, que só neste ano já teve que lidar com aumentos gigantescos de tarifa.

Esse quadro foi criado desde o segundo governo de Lula e potencializado em muitos aspectos durante a campanha de reeleição de Dilma. No mínimo as correções de rumo, por dolorosas, não foram tomadas, agravando fortemente as condições do país, que hoje está envolto em seriíssima crise econômica e política, com aumento do desemprego, da pobreza e da paralisação do país, que regride a olhos vistos. A poderosa presidente vê toda a sua força e legitimidade se esvair, engolida pela falta de credibilidade e se transformando em uma presidente sem a menor capacidade de liderança.

Concomitantemente a isso, vai se consolidando a certeza de que dificilmente concluirá seu mandato, seja pela rejeição de suas contas, com seu enquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal, o que poderá levá-la ao processo de impeachment, seja pela delação premiada de poderosos empreiteiros, que confirmarão o financiamento de sua campanha com recursos desviados da Petrobras.

Esse cenário funesto poderá levar a cassação de seu diploma de presidente eleita pela justiça eleitoral, obrigando a realização de uma nova eleição, já que jamais o segundo colocado assumirá o mandato.

Isso só valeu para Roseana, não vale fora do Maranhão…

TJ-MA rejeita pedido de intervenção no Município de São Luís

O Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão rejeitou pedido de intervenção no Município de São Luis. O referido pedido havia se dado ainda na gestão do ex-prefeito João Castelo sob a justificativa de descumprimento de comando judicial emanado pelo Tribunal de Justiça nos autos do Regime Especial de Pagamento de Precatório nº 21.279/2011, que determinou a regularização do pagamento dos precatórios devidos entre os anos de 2008 e 2012. O pedido sustentava ainda que o Município de São Luís teria deixado, sem motivo de força maior, de efetuar o pagamento dos precatórios relativos àquele período.castelo_bravo-207x300

Através da Procuradoria Geral do Município, o ente federativo demonstrou que o fato que havia embasado o pedido já havia sido removido, o que tornou prejudicado o exame da Representação para Intervenção Estadual em Município. Além disso, o Município, mesmo após ver que o pedido do impetrante se deu por prejudicado, juntou aos autos Certidão do Setor de Precatórios, o qual atesta sua adimplência junto ao Regime Especial nº 21.279/2011.

Dessa forma, o Tribunal de Justiça constatou que o Município se encontra inserido e adimplente no Regime Especial de Pagamento de Precatório, desaparecendo, por conseguinte, a causa determinante da representação.

Para o procurador geral do Município, Marcos Braid, o Tribunal de Justiça do Maranhão reconheceu que não existiria qualquer motivo para que fosse decretada uma intervenção, medida grave e só autorizada diante de determinadas situações, enumeradas em rol taxativo. “O pedido de intervenção se deu na gestão passada. Na atual administração, por determinação do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, o Município de São Luís regularizou a situação dos precatórios, e vem efetuando, mensalmente, os depósitos junto à Coordenação de Precatórios do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão”, afirmou.

(Assessoria da Prefeitura)

Deputada Ana do Gás reúne lideranças para confirmar parceria

No último sábado (4), a deputada Ana do Gás (PRB) reuniu algumas lideranças que muito contribuíram para a sua eleição como deputada estadual. “A atividade parlamentar impossibilita estarmos em contato direto com nossas bases, como acontece durante a campanha eleitoral, por isso resolvi promover um encontro para agradecer e confirmar meu compromisso com cada um”, frisou a republicana.????????????????????????????????????

A reunião contou com a presença do presidente do Diretório Estadual do PRB, o deputado federal Cléber Verde; e dos prefeitos Eunélio Mendonça (Santo Antônio dos Lopes ) e Dr. Francisco (Governador Luiz Rocha). “A deputada Ana está fazendo história ao alimentar as alianças construídas durante o processo eleitoral e está de parabéns pe l a iniciativa “, declarou Cléber Verde.

Entre as lideranças que marcaram presença no encontro estavam prefeitos, ex-prefeitos, ex-vereadores e lideranças comunitárias de vários municípios. “Pretendo reunir minhas bases sempre que puder, pois o meu mandato também pertence a eles”, finalizou a parlamentar.

Abaixo, imagens do evento:

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Potencial da voz pode transmitir liderança

Pesquisa recente publicada pelo site Exame apontou que gestores detectam o potencial de seus colaboradores através da fala. Sim, a sua dicção pode passar qual o seu nível de liderança, inteligência emocional e passividade. Nervosismo, humor e cansaço também podem ser inferidos pela voz.

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O processo de comunicação é essencial para um núcleo de gestão. É através dele que os líderes motivam e influenciam de forma estratégica a realização de tarefas e alcance de metas da empresa. A comunicação pode impactar de forma positiva ou negativa os resultados de uma organização. Muitos negócios falham pela falta de habilidade do líder em dialogar. Por isso, é importante investir em um curso de oratória e/ ou curso de liderança.

A análise realizada com de 400 empresários concluiu que 90% acreditam que a voz pode determinar elementos importantes para a carreira profissional. Para eles, os principais encargos da fala são:

Enriquecer o marketing pessoal (82,6%);

Prender a atenção do receptor (81,9%);

Facilitar as relações interpessoais (64,6%);

Auxiliar em entrevistas de emprego (63,9%);

Transmitir competência profissional (52,6%).

O estudo ainda relatou um fato curioso: cerca de 66,5% dos gestores mostraram insatisfação com a sua dicção. Já foi comprovado cientificamente que os fatores genéticos interferem no timbre, mas a habilidade de se comunicar bem pode ser adquirida através de um curso de oratória. Além das técnicas de respiração e postura, é possível aprender métodos que ajudam a melhorar tremor e rouquidão.

Veja aqui como se comunicar de forma eficaz!

A imagem do dia: Criança transferida em saco de lixo…

Enquanto isso em Santa Inês…


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A imagem acima correu nas redes sociais durante o final de semana, ao que tudo indica, depois de alguns políticos denunciarem em suas páginas sociais.

Em contrapartida a imagem, em todo o estado, principalmente em Santa Inês, a farra de dinheiro público com festas de bumba boi foram grandes, pelo jeito não sobrou nada para tratar a saúde dos doentes, dos recém-nascidos.

Quer dizer que dinheiro pra boi tem?

Enquanto faltam hospitais e leitos, falta humanidade. Falta, pelo visto, a aplicação correta dos recursos.

Em outras palavras, quando a mudança vai chegar?

Protestos da Vila Maranhão, população pede segurança…

Cadê a polícia, governador?

Novamente a cidade acordou sob protestos. Moradores da Vila Maranhão, em São Luís, estão bloqueando a BR-135, na região do Porto Itaqui, desde as 6h da manhã desta segunda-feira (6) para pedir mais segurança no bairro.protesto2

Pneus foram queimados e estão impedindo a passagem de motoristas na via nos dois sentidos. As reivindicações de moradores são antigas, ninguém suporta mais assaltos e mortes. Segundo moradores, ” a polícia não permanece no local, só chega quando há corpos estendidos no chão”.

E as promessas de mudanças do governador Flávio Dino?

Pelo visto ainda vão demorar a chegar no local. As manifestações que são constantes, sempre voltam a acontecer. Reveja na reportagem do G1. 

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