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Flávio Dino apresenta prioridades do Maranhão ao presidente em exercício da Câmara Federal

Investimentos para a saúde, educação e mobilidade urbana foram as prioridades elencadas pelo governador Flávio Dino em reunião com o presidente em exercício da Câmara Federal, Waldir Maranhão (PP-MA), nesta sexta-feira (20). Em visita ao Maranhão, o deputado federal pôde discutir junto ao governo do estado as necessidades mais urgentes para garantir desenvolvimento a todos os maranhenses.Foto1_FranciscoCampos_Reuniao_com_deputado_WaldirMaranhao-capa-300x233

Tendo em vista a votação do orçamento federal nos próximos dias e a possibilidade de ampliar a participação do Maranhão nos investimentos do governo federal, Flávio Dino pediu o apoio e o empenho do vice-presidente da Câmara dos Deputados para inclusão de pautas do interesse do estado nas emendas feitas ao projeto de lei do orçamento. A reunião ocorreu no Salão Nobre do Palácio dos Leões, em São Luís.

As áreas que demandam mais atenção do governo do estado são saúde, educação e mobilidade urbana. Questões específicas foram debatidas pelo governador e pelo prefeito da capital, Edivaldo Holanda Júnior, que também participou da reunião junto com o vice-governador Carlos Brandão. Também estiveram presentes o presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho, o deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB) e o secretário de Estado de Articulação Política e Assuntos Federativos, Márcio Jerry.

“Temos conversado e sensibilizado toda a bancada do Maranhão, que tem mostrado interesse em trabalhar unida para melhorar os indicadores sociais do nosso estado. Agora, com o deputado Waldir Maranhão, entregamos nas mãos dele os pleitos mais importantes do nosso estado, que precisam de atuação conjunta de forças políticas”, disse Flávio Dino.

Estado que até 2014 recebeu o menor repasse per capita pelo Sistema Único de Saúde, o Maranhão precisa de mais investimentos na área. Foi esta a avaliação feita pelo governador, que pediu empenho da bancada maranhense com emendas que garantam a manutenção dos hospitais, aquisição de equipamentos e o funcionamento da Força Estadual de Saúde – que vai atuar junto aos municípios na promoção de atenção básica. A ideia é combater a mortalidade infantil, morte materna e doenças crônicas.

Em São Luís, segundo o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, os investimentos devem ser voltados para a construção e equipamento da Maternidade Municipal e na melhoria do Hospital da Criança, que atende pacientes da capital e do interior.

Na área da educação, o esforço conjunto do governo do Maranhão e deputados federais também será necessário para que a meta de erradicar as escolas de taipa e barro seja atingida nos próximos anos.

Entenda como Roseana Sarney sabotou o Maranhão

Aldeia Global

São Luís, MA. Veja a íntegra da entrevista concedida à Coluna Esplanada publicada nesta sexta-feira, 20. O novo governador Flávio Dino herdou dívidas na casa do bilhão, somente de restos a pagar são mais de meio milhão e no caixa, somente 24 milhões de Reais.

Flávio Dino, no lançamento da nova programação da Rádio Timbira, AM, no começo deste mês

Flávio Dino, no lançamento da nova programação da Rádio Timbira, AM, no começo deste mês

Claramente, o governador denuncia que a ex-governadora Roseana Sarney sabotou o Estado. Ela governou o Maranhão por 14 anos, dos últimos 20.

Flávio Dino: ‘Recebemos um passivo de R$ 1,3 bilhão, que só cresce’

Leandro Mazzini, Coluna Esplanada

Brasília, DF. As primeiras semanas de governo de Flávio Dino no Maranhão tornaram-se uma sucessão de descobertas – de ‘novidades negativas’ – com o pente fino em contratos e na gestão que herdou de Roseana Sarney.

O governador herdou o Estado com R$ 24 milhões em caixa, mas com R$ 600 milhões em restos a pagar e uma dívida de meio bilhão acumulada de precatórios a quitar, não pagos desde 2012.

Com o cenário não favorável, entrou na lista de governadores que incluíram os cortes drásticos de custeio nas prioridades, embora garanta que o Estado terá verba para grandes investimentos, em especial no tripé Saúde-Segurança-Educação, e em obras de infraestrutura.

Nesta entrevista à Coluna, Dino faz uma radiografia da atual situação da gestão, como tem resolvido as questões para evitar uma crise, e fala em ‘recomposição do serviço público’.

‘A realidade é que pouquíssimos órgãos do mandato anterior efetivamente funcionavam. Havia terceirizações injustificadas, funcionários fantasmas, muita desorganização’, revela.

Leandro Mazzini. Recentemente, numa entrevista a uma revista, o senhor disse que expulsou uma quadrilha do Maranhão. Ela atuava no governo?

Flávio Dino. Atuava muito fortemente em várias áreas do governo. Tínhamos aqui uma total confusão entre interesses privados e aplicação de recursos públicos, e uma cultura de descumprimento generalizado da lei. E isso fez com que muitas denúncias se acumulassem nesses anos todos, e a mais recente delas é exatamente a que envolve essa tenebrosa transação intermediada por Alberto Youssef e que acabou preso em São Luís.

Este não é apenas um caso isolado. É fruto de uma sequência de casos e este é o mais notório, mas é o sintoma, a ponta do iceberg que encontramos e estamos progressivamente desmontando, apurando, e vamos tomar as medidas legais cabíveis para que haja inclusive ressarcimento ao erário quando for cabível.

A sua antecessora, a ex-governadora Roseana Sarney, foi citada pela imprensa como uma das supostas beneficiadas pelo esquema de Alberto Youssef, e agora o STJ remete para o TJ do Maranhão o processo. Como o senhor vê este cenário?

Nós vamos tomar as medidas legais que neste caso concreto indicam a propositura de ações judiciais. Por determinação do STJ, está em absoluta coerência com aquilo que defendemos. Tudo tem que ser apurado. A Justiça do Maranhão, tenho certeza, é capaz de fazê-lo, e nós vamos ajudar naquilo que nos cabe. Seja fazendo as apurações administrativas – temos uma secretaria de transparência e controle que foi criada para isto – e temos a orientação dada de a polícia e a Procuradoria do Estado de não observarem critérios partidários em nenhum momento. Ou seja, todos aqueles independentemente da posição política, do partido, que tenham em algum momento, na gestão de recursos públicos, infringido a lei, devem responder perante o Poder Judiciário.

O nosso papel neste caso, pelo sistema jurídico brasileiro, não é propriamente de punir, mas de solicitar, de provocar, de ajudar a investigar, e isto está sendo feito.

O senhor assumiu o governo, é o principal agente público do estado, há uma responsabilidade financeira. Como o senhor pegou o governo, com ou sem caixa?

Recebemos um passivo crescente. A última estimativa que fizemos era da ordem de R$ 1,3 bilhão , porque a cada semana nós descobrimos novidades, débitos que não estavam contabilizados – novidades negativas. Dívidas não declaradas.

Vou citar a mais recente delas: depois da nossa vitória na eleição, o governo do Estado parou de pagar a conta de energia de vários órgãos públicos.

O senhor acha que isso foi armadilha?

Uma sabotagem, evidente. Não havia justificativa fiscal, porque havia dinheiro em caixa, para deixar de pagar a companhia de energia que é privada. Descobrimos que a companhia de águas do Estado deve quase R$ 20 milhões para a companhia de energia que é privada. Porque simplesmente a partir de outubro eles não pagaram. A própria companhia de energia emitiu uma nota esclarecendo que desde outubro vinha cobrando e o Estado parou de pagar. E isso não foi informado na transição.

E isso aconteceu em outros órgãos?

Em tantos outros órgãos. A dívida ultrapassa R$ 30 milhões. Apenas a maior é da companhia de águas.

Então a sua antecessora o sabotou?

Claramente, sim, infelizmente houve uma atitude pouco democrática. Primeiro não houve uma transição organizada e em segundo lugar, houve essa conduta. De criar dificuldades, de criar embaraços para o novo governo, e isso se retratou em outros débitos que ficaram, por exemplo com prestadores de serviços. Na área de saúde nos pegamos dívidas superiores a R$ 100 milhões.

O senhor tem ideia de quanto tem em restos a pagar para fornecedores?

Restos a pagar chegam a quase R$ 600 milhões.

E o senhor tem esse dinheiro no cofre?

Claro que não! Nós recebemos R$ 24 milhões em caixa. Os precatórios não eram pagos desde 2012. Muita gente não entendeu na época e hoje eu tenho uma hipótese de que esses precatórios pararam de ser pagos para criar um mercado de negociações.

Porque o Maranhão sempre manteve os precatórios em dia, era uma marca do Estado, desde tempos imemoriais. De repente, em 2012, sem nenhuma justificativa fiscal, parou de pagar precatórios. Então só de precatórios são outros R$ 500 milhões. Mais dívidas que já pagamos este mês com bancos internacionais, parcelas de empréstimos, e tudo isso gerou uma sobrecarga imensa de despesas neste começo de governo, que estamos honrando aquelas relativas ao nosso governo, pagando o que deve ser pago, fazendo auditorias em relação a pagamentos e ao mesmo tempo diminuindo gastos perdulários, abusivos, encontrados e assim sucessivamente.

O senhor está fazendo auditoria sobre os precatórios?

Na verdade o que pedidos ao Tribunal de Justiça oficialmente é que nós façamos um trabalho conjunto, de identificação dos precatórios segundo a ordem cronológica, e que haja portanto respeito aos parâmetros constitucionais legais dentro da disponibilidade fiscal do Estado.

Estamos esclarecendo o montante que vamos poder pagar em 2015 e vamos informar isso ao TJ para que pague segundo os seus critérios. Nós não vamos interferir na fila. Quem vai definir o ritmo de pagamento, quem vai receber e assim sucessivamente vai ser exclusivamente o Tribunal

 Houve auditorias em secretarias? Na praça o que se fala é que o senhor deve olhar para a frente, não para o passado. É uma provocação necessária?

Na verdade estamos preocupados com o futuro. Queremos tomar as medidas que o nosso Estado precisa para melhorar a vida do povo. Isso envolve inclusive cuidar de coisas do passado que têm repercussão agora. Nós estamos revirando.

Que coisas do passado?

Por exemplo, dívidas que não têm razão de ser. Contratos que nós deveríamos honrar mas que não têm razão de existir. Isso são coisas do passado, mas que têm repercussão aqui, agora e amanhã. Então se eu dissesse pura e simplesmente que tudo aquilo que está no passado não me diz respeito, eu estaria traindo o meu compromisso fundamental de cuidar bem do patrimônio público.

Então nós estamos sim revendo contratos, diminuindo contratos de terceirizações, e fazendo auditorias em algumas áreas. Cito exemplo: na saúde, temos auditoria sendo realizada lá a pedido do gestor, não fui eu quem mandei. E isso não é uma determinação de uma espécie de santa inquisição, de acordo com o que os gestores considerem necessário. E quem vai fazer a auditoria não são os que eu nomeei, são servidores concursados do Estado, que inclusive foram nomeados por outros governos.

 E o senhor já tem resultados preliminares?

Ainda não. Isso depende de cada caso, depende da solicitação de cada secretário à auditoria. Mas acredito que a partir de março os primeiros resultados já sejam publicados.

O senhor disse que pegou o governo com R$ 24 milhões, é um privilegiado, porque alguns governadores pegaram o Estado falido. A maioria diz que será um ano de muitos cortes. Os seus cortes também incluem investimentos?

Sobretudo custeio. Gastos perdulários. Desativamos alguns privilégios. Como uma casa de praia custeada com dinheiro público. Cortamos cargos comissionados, deixamos de provê-los. Exoneramos todos e renomeamos naquilo que era necessário. Por exemplo, a Fundação da Memória Republicana, que cuida do patrimônio do senador José Sarney, tinha 45 cargos; vamos deixar 15. Fizemos isso em outros órgãos.

E sobretudo estamos enfrentando contratos de terceirizações. No Detran saímos de R$ 20 milhões para R$ 6 milhões. São estas reprogramações, sobretudo no custeio, que estão permitindo que a gente faça outros gastos de custeio, porque ao mesmo tempo que fizemos isso, garantimos também o início da principal obra do governo que é a recomposição do serviço público. Vamos nomear mais policiais, e aumentamos os salários dos professores.

Que outros investimentos de impacto o senhor prevê para este ano?

Sobretudo estas questões atinentes à recomposição do quadro do serviço público. Estamos fazendo um seletivo para mais mil professores, prorrogamos os contratos de outros 4.495 professores temporários. Estamos no processo de finalização de mil novos policiais militares, chamamos novos 60 profissionais para a Polícia Civil e vamos fazer um concurso para o sistema penitenciário.

Estamos recompondo o funcionamento da máquina pública que havia sido totalmente destruída no último governo. A realidade é que pouquíssimos órgãos do mandato anterior efetivamente funcionavam. Havia terceirizações injustificadas, funcionários fantasmas, muita desorganização.

Os vários problemas do complexo penitenciário de Pedrinhas terminaram ou só saíram do noticiário?

Estamos progressivamente fazendo com que eles sejam resolvidos, não resolvemos tudo.

Mas não se viu mais rebelião..

Conseguimos encontrar um ponto de equilíbrio. Primeiro lugar, recuperamos a autoridade do Estado sobre o sistema. Quando chegamos, os presos por exemplo eram donos das chaves das suas próprias celas em muitas unidades. Recuperamos recomposição de equipes, fornecemos fardamentos aos presos, criação de rotinas, de procedimentos, fizemos movimentações de presos visando diminuir o poder das facções.

Até aqui temos encontrado o caminho. Conseguimos a prorrogação da presença da Força Nacional de Segurança , que tem sido uma ajuda importante no sistema penitenciário. Temos hoje uma tendência declinante de índices de criminalidade dentro e fora do sistema judiciário.

 

O que pode o cidadão esperar do novo governo até o fim do ano?

As medidas mais importantes estão no terreno da educação e da segurança pública. Vamos iniciar uma campanha de alfabetização, já que temos o maior analfabetismo do Brasil.

O senhor conta com quem para isso?

O trabalho local e vamos conhecer no MEC as várias metodologias existentes para encontrar a mais adequada à realidade maranhense. Vamos começar o processo de substituição das escolas de palha e barro. Simultaneamente vamos lançar grandes obras mediante a reprogramação do saldo do empréstimo do BNDES.

Reprogramamos as obras de modo a fazer intervenções estruturantes no Maranhão. Vamos completar finalmente a ligação dos Lençóis Maranhenses com o Delta do Parnaíba e o litoral do Ceará na chamada Rota das Emoções.

São Luís recebe 123 novos ônibus…

Os novos veículos devem circular imediatamente na capital

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, juntamente com o governador Flávio Dino e o vice-governador, Carlos Brandão, entregaram 123 novos ônibus na manhã desta sexta-feira (20), que vão compor a frota urbana de São Luís, atendendo cerca de 30 comunidades.1

Os ônibus são equipados com elevadores elétricos e adaptados à pessoas com necessidades especiais.

A entrega dos novos ônibus faz parte das melhorias implementadas pela Prefeitura no transporte coletivo da cidade e irão servir regiões importantes e populosas da capital, atendendo 250 mil usuários dessas áreas.

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A imagem do dia: capa do JP mostrando a origem dos 30%…

A história se repetindo.

Novamente, membros do clã Sarney são pegos em esquemas se superfaturamentos.

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Atos, fatos e baratos…

Retirados do JP

Lixo jogado na praia…

Quem observa o lixo jogado na Praia do Arçagi pensa que a culpa é da prefeitura de São Luís. Mas, na verdade, essa praia pertence ao município de São Jose de Ribamar. A limpeza é por conta da prefeitura de Ribamar.

Trata-se de uma praia exuberante, linda, mas, ao mesmo tempo, imunda, suja, abandonada pelo poder publico.

Por outro lado, o lixo jogado nas vias públicas culpa dos barraqueiros e de alguns populares.

 

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Sobe e desce:

Sobe

O Carnaval 2015 encerrou sua programação com saldo positivo de público e animação. Durante seis dias, passaram pela Passarela do Samba quase 80 agremiações carnavalescas, entre blocos tradicionais e organizados, grupos de tambor de crioula, turmas de samba, tribos de índio, além de 10 escolas de samba, que levaram para o público toda a riqueza das manifestações da cultura regional.

Desce

Um relatório preliminar de auditoria realizada pela Secretaria de Transparência e Controle (STC) aponta indícios de superfaturamento em até 30% nos contratos da saúde no governo Roseana.

Charge do dia:

No carnaval as minas pira, no natal as minas pari…

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Elefantes brancos de Dilma: após a Copa, quem vai pagar o prejuízo?

Copa: Prejuízo de ‘elefantes brancos’ já supera R$ 10 milhões

Da BBC Brasil em São Paulo

Estádio Mané Garrincha é considerado um dos 'elefantes brancos' da Copa

Estádio Mané Garrincha é considerado um dos ‘elefantes brancos’ da Copa

O prejuízo de três “elefantes brancos” da Copa – os estádios Mané Garrincha (Brasília), Arena da Amazônia (Manaus) e Arena Pantanal (Cuiabá) – para os respectivos contribuintes já atingiu pelo menos R$ 10 milhões desde o fim do Mundial, de acordo com um levantamento feito pela BBC Brasil.

Os dados, de difícil acesso, são incompletos e portanto a conta é uma estimativa. Após três meses de contato com governos e administração dos arenas, a busca iniciada em dezembro não obteve um resultado exato para o balanço (custo de manutenção x arrecadação mensal) desses estádios desde o fim da Copa do Mundo.

A BBC Brasil procurou obter também informações sobre o quarto “elefante branco” do torneio, a Arena das Dunas, de Natal, sem sucesso.

Manaus, Natal, Cuiabá e Brasília não são cidades com tradição no futebol. Por isso, ao serem escolhidas como sedes da Copa do Mundo, despertaram críticas pelo alto investimento público em estádios que corriam risco de ficar sem uso.

Estádio         Custo de construção          Custo de Manutenção       Arrecadação Prejuízo

Mané Garrincha      R$ 1,7 bi        R$ 600 mil/mês        R$ 5,5 mi desde maio/2013          R$ 5,9 mi

Arena da Amazônia           R$ 669,5 mi  R$ 700 mil/mês        R$ 1,5 mi desde agosto/2014       R$ 2,7 mi

Arena Pantanal       R$ 628 mi     R$ 300 mil/mês        R$ 380 mil desde julho/2014        R$ 1,4 mi

Arena das Dunas    R$ 423 mi     Não informou           Não informou           –

O valor da arrecadação ainda não havia sido calculado até o fim do ano passado pelos governos responsáveis pela construção dos estádios.A maior dificuldade na busca pelas informações foi a de conseguir respostas com números exatos. Em Brasília, não se sabia quanto o Mané Garrincha custava por mês; na Arena das Dunas, esse valor é desconhecido até hoje; Cuiabá e Manaus foram os únicos que forneceram a informação algumas semanas depois que ela foi solicitada.

Passada a troca dos governadores no início deste ano, a BBC Brasil solicitou novamente as mesmas informações às novas administrações de cada Estado.

Com exceção da Arena da Amazônia, os outros três estádios estão passando por auditoria para investigar possíveis irregularidades nas contas, que pode indicar o valor real do prejuízo.

Veja a situação completa clicando aqui: 

Carnaval seguro pela segunda vez

Carnaval sem BO

Alegria e tranquilidade marcaram a festa momesca dos Lençóis Maranhenses, que pelo segundo ano consecutivo fez da cidade de Barreirinhas o carnaval mais seguro do estado.

A municipalidade comemora o fato de não haver registro de Boletim de Ocorrência (BO) em dois anos, no período momesco no município de Barreirinhas. O fato positivo de cidade segura, proporciona aos turistas e foliões a ideia de conviveram pacificamente para aproveitarem a temporada no mais perfeito equilíbrio. (Informações Aziz Jr)

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Mundo digital: Detetive auxilia a descobrir mau comportamento na internet

A internet pode até parecer uma terra sem leis, mas quase tudo que é feito na rede mundial de computadores fica registrado e pode ser descoberto e processado. Existem diversas formas de se proteger de golpes e também evitar ser alvo de processos judiciais com base na internet e esses cuidados devem ser redobrados com os adolescentes.Curso-de-detetive-particular-gratuito

É praticamente impossível manter os adolescentes fora do muno virtual, mas os pais devem estar sempre atentos a tudo que acontece na vida de seus filhos, mesmo online. Os jovens podem utilizar a internet para praticar atos ilícitos ou imorais e também podem acabar divulgado atos que cometeram. Por isso, sempre que investiga um adolescente, um detetive particular utiliza a internet para analisar a conduta do mesmo.

O que um detetive pode descobrir na internet?

Diversos rastros de mau comportamento de adolescentes podem ser descobertos por um detetive particular ou até mesmo pelos pais na internet. Entre os crimes e contravenções mais cometidos online pelos jovens são:

Cyberbullying;

Roubo;

Falsidade ideológica;

Pornografia infantil;

Compra de drogas e armas.

Como os adolescentes nem sempre analisam o que postam nas redes sociais, também é possível perceber alterações de comportamento, más companhias e uso de entorpecentes, como álcool e drogas através de fotos e postagens.

Os jovens são mais suscetíveis a desvios de conduta e devem ser orientados e monitorados para evitar problemas pontuais ou recorrentes e também impedir que algum ato impensado prejudique suas vidas. Por Maristela Silva – São Paulo/SP

Ministro da Justiça começa responder aos jornalistas…

O ministro José Eduardo Cardozo começa responder aos jornalistas sobre seus encontros com advogados de investigados na Lava-Jato

Em recente postagem, a colunista global Miriam Leitão fez algumas críticas ao ministro da Justiça, dizendo que sua posição não permite defender investigados. Não demorou muito para chegar a resposta:15043758

Ministro explica encontro com advogados

O ministro José Eduardo Cardozo ligou para explicar o que tem sido publicado em vários jornais e que foi comentado aqui na coluna abaixo.

Cardozo explicou que o encontro com os advogados da Odebrecht ocorreu, de fato, estava na agenda, foi pedido oficialmente e registrado em ata.

O ministro não pode falar dos temas, por enquanto, porque um deles está sob pedido de sigilo da Justiça. Mas quando puder, falará. O assunto já foi comunicado ao Ministério Público.

O outro encontro, com Sérgio Renault, advogado da UTC, foi casual, na sua antessala, com testemunhas, uma conversa na qual nada foi tratado de relevância.

Garantiu que ninguém foi lá pedir para “dar um jeitinho” em coisa alguma porque seria impróprio e ele rejeitaria. Melhor assim.   Do blog da Mírian Leitão

Professor Marco Aurélio destaca ação de combate às drogas

Agência Assembleia

O deputado Marco Aurélio (PCdoB) registrou na sessão desta quinta-feira (19), a Mega Maratona desenvolvida por atletas de Imperatriz, voltada para o combate às drogas.1244251919-84614222noticia

Os 40 ciclistas que saíram de Imperatriz no último sábado (14), foram recepcionados ontem (18), na capital maranhense, pelos secretários de Estado do Esporte e Lazer, Márcio Jardim; da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Bira do Pindaré e da Infraestrutura, Cleyton Noleto, e pelo Professor Marco Aurélio.

Na ocasião, os atletas entregaram um documento formal, solicitando do Governo do Estado o apoio, em nome das famílias maranhenses, para que seja criada o Bolsa Internação; a inserção das comunidades terapêuticas do Sul do Maranhão no Conselho Estadual de Política Sobre Drogas e a criação de uma secretaria ou departamento de políticas públicas sobre drogas.

“É uma causa que o poder público não pode em momento algum descansar, sob pena de perdermos nossa juventude e nossos sonhos para esse caminho que, quase sempre é sem volta. É impressionante a fragilidade que estamos tendo, não só no Maranhão, mas em todo o Brasil, mas que cabe indicar  e cobrar o rumo e entrar com uma política forte de combate às drogas,  seja no eixo da prevenção, seja no eixo do tratamento ou, também, no eixo do combate ostensivo no campo da segurança pública.”, afirmou o Professor Marco Aurélio.

Tráfico de drogas

O deputado ressaltou que mais de 90% da violência está relacionada com o uso ou com o tráfico de drogas. Ainda segundo ele, o eixo do tratamento contra a dependência química, na maioria das vezes, é proporcionado pelas comunidades terapêuticas ligadas às igrejas.  Em São Paulo e em Minas Gerais, por exemplo, já há um sistema de bolsa internação, em que o Estado intervém subsidiando essas comunidades terapêuticas como forma delas terem meio de desenvolverem plenamente suas ações.

“Dados apontam que 75% dos jovens infratores do nosso Brasil também são usuários de drogas. Se não entrarmos com uma política forte que proteja as nossas famílias, que protejam os nossos jovens, infelizmente, perderemos essa causa, perderemos essa luta”, acentuou o Professor Marco Aurélio.

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